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		<title>Bande à Part (1964)</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jean-Luc Godard]]></category>
		<category><![CDATA[1964]]></category>
		<category><![CDATA[anna karina]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[nouvelle vague]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Odile encontra com Arthur e Franz em uma aula de inglês e os conta que há uma grande quantia em dinheiro na casa de campo onde vive com sua tia. Arthur e Franz tentam convencê-la de roubar sua própria casa, enquanto tentam seduzi-la&#8230; No início Arthur tem mais sucesso, mas as coisas não são [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=329&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/bande.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-330" title="bande" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/bande.jpg?w=468&#038;h=629" alt="" width="468" height="629" /></a></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Odile encontra com Arthur e Franz em uma aula de inglês e os conta que há uma grande quantia em dinheiro na casa de campo onde vive com sua tia. Arthur e Franz tentam convencê-la de roubar sua própria casa, enquanto tentam seduzi-la&#8230; No início Arthur tem mais sucesso, mas as coisas não são tão simples assim.</p>
<p><span id="more-329"></span><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>Direção: Jean-Luc Godard<br />
Ano: 1964<br />
País: França<br />
Gênero: Drama, Policial<br />
Duração: 97 min.<br />
Título Original: Bande à Part<br />
Título em inglês: Band of Outsiders</p>
<p><strong>Elenco:</strong></p>
<p>Anna Karina<br />
Sami Frey<br />
Claude Brasseur<br />
Danièle Girard<br />
Louisa Colpeyn</p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/22/bande-a-part-1964/"><img src="http://img.youtube.com/vi/HzVNh8glTok/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>&#8220;Descontraído, estiloso e apaixonante. Bande à Part, junto com Os Incompreendidos de Truffaut e Acossado de Godard, é um dos expoentes máximos da Nouvelle Vague, um estilo peculiar do cinema francês. Cheio de inovações geniais, é um dos filmes mais interessantes que já tive a oportunidade de assistir.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.megaupload.com/?d=X1ZJSH5D">Download</a> do arquivo torrent.<br />
<a href="http://www.megaupload.com/?d=P08BCGRJ">Download</a> da legenda.</p>
<p>Link Alternativo: Filme em RMVB (Legendas Embutidas) &#8211; 315.3MB<br />
<a href="http://www.megaupload.com/?d=XTSG7UM6">Download</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/329/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=329&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os Incompreendidos (1959)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/22/os-incompreendidos-1959/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/22/os-incompreendidos-1959/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[François Truffaut]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[jean-pierre léaud]]></category>
		<category><![CDATA[nouvelle vague]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud) é o filho negligenciado de Gilberte Doinel (Claire Maurier), que parece ter tempo para tudo menos o bem-estar da criança. Julien Doinel (Albert Rémy) não é o pai biológico, mas cria o menino como se fosse seu filho. Gilberte está tendo um caso e não se surpreende quando, por acaso, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=325&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/400.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-326" title="400" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/400.jpg?w=467&#038;h=689" alt="" width="467" height="689" /></a></p>
<p><strong>Sinopse: </strong></p>
<p>Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud) é o filho negligenciado de Gilberte Doinel (Claire Maurier), que parece ter tempo para tudo menos o bem-estar da criança. Julien Doinel (Albert Rémy) não é o pai biológico, mas cria o menino como se fosse seu filho. Gilberte está tendo um caso e não se surpreende quando, por acaso, Julien fica sabendo que Antoine não está indo à aula, pois ela sabia que na hora do colégio o filho a tinha visto com seu amante. A situação se agrava quando Antoine, para justificar sua ausência no colégio, &#8220;mata&#8221; a mãe. Quando seus pais aparecem na escola, a verdade é descoberta e Julien o esbofeteia na frente de seus colegas. Após isto ele foge de casa e arruma um lugar para dormir. Paralelamente seus pais culpam um ao outro pelo comportamento dele, após lerem a carta na qual ele se despede. No outro dia Antoine vai à escola normalmente. Lá sua mãe o encontra e se mostra preocupada por ele ter passado a noite em uma gráfica. Ela alegremente o aceita de volta, mas os problemas não acabam. Antoine se desentende com um professor, que o acusa de plagiar Balzac. Como ele odeia a escola, sai de casa de novo e para viver é obrigado a fazer pequenos roubos.</p>
<p><span id="more-325"></span><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>Título Original: Les Quatre Cents Coups<br />
Gênero: Drama<br />
Tempo de Duração: 99 min<br />
Ano de Lançamento (França): 1959<br />
Direção: François Truffaut</p>
<p><strong>Elenco:</strong></p>
<p>Jean-Pierre Léaud<br />
Claire Maurier<br />
Albert Rémy<br />
Patrick Auffay</p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/22/os-incompreendidos-1959/"><img src="http://img.youtube.com/vi/BlHckmVjnho/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>&#8220;Um dos expoentes máximos da Nouvelle Vague. Uma opra-prima que deve e merece ser apreciada por todos os cinéfilos. Um presente de Truffaut que será sempre um grande ponto na história do cinema.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.megaupload.com/?d=AYLHDS03">Download</a> do arquivo torrent.<br />
<a href="http://www.megaupload.com/?d=MW2F7WBA">Download</a> da legenda.</p>
<p>Link alternativo: Filme em RMVB com legendas embutidas:<br />
<a href="http://rapidshare.com/files/133944112/L400C_F.A.R.R.A.part1.rar">Parte 1</a> | <a href="http://rapidshare.com/files/133951658/L400C_F.A.R.R.A.part2.rar">Parte 2</a> | <a href="http://rapidshare.com/files/133958622/L400C_F.A.R.R.A.part3.rar">Parte 3</a> | <a href="http://">Parte 4</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/325/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=325&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Mary &amp; Max</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/19/mary-max/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/19/mary-max/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 03:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juniorcandido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adam Elliot]]></category>
		<category><![CDATA[Philip S. Hoffman]]></category>
		<category><![CDATA[stop-motion]]></category>
		<category><![CDATA[Toni Collect]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Mary and Max é um longa de animação, produzido com massinhas, que conta a história de duas pessoas de idades diferentes que se correspondem através de cartas. Mary (Toni Collete) uma garota de oito anos que mora na Austrália e não tem nenhum amigo, e Max (Philip Seymour Hoffman) um homem de 44 anos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=321&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/mary_and_max.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-319" title="mary_and_max" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/mary_and_max.jpg?w=468&#038;h=666" alt="" width="468" height="666" /></a></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Mary and Max é um longa de animação, produzido com massinhas, que conta a história de duas pessoas de idades diferentes que se correspondem através de cartas. Mary (Toni Collete) uma garota de oito anos que mora na Austrália e não tem nenhum amigo, e Max (Philip Seymour Hoffman) um homem de 44 anos que vive em Nova York e sofre de obesidade aguda.</p>
<p><span id="more-321"></span></p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>Mary &amp; Max (Mary and Max, 2009), 80 min.<br />
Direção: Adam Elliot<br />
Roteiro: Adam Elliot<br />
Ano: 2009</p>
<p><strong>Elenco:</strong></p>
<p>Vozes: Toni Collette, Philip Seymour Hoffman, Eric Bana, Barry Humphries, Bethany Whitmore, Renée Geyer, Ian Meldrum.</p>
<p>Trailer:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=MgRjB8PEDkM">http://www.youtube.com/watch?v=MgRjB8PEDkM</a></p>
<p>Comentários:</p>
<div>Assisti essa tarde essa maravilha de animação.<br />
Se Coraline e o Mundo Secreto já tinha me encantado 2 semanas atrás, não sei nem por onde começar a falar sobre Mary &amp; Max&#8230; .Primeiramente&#8230;essa não é uma animação para crianças. O filme trata de temas universais como solidão,decepções,magoas e suicidio. Mary mora na Australia e aos 8 anos descobre o endereço de Max,um quarentão de New York, através da lista telefônica. Apesar da diferença da idade&#8230;ambos estão envoltos pelo mesmo problema, a incompreensão<br />
De um modo bem sensível o diretor vai abrindo o mundo dos personagens através de suas características e emoções, com um roteiro que equilibra de maneira correta humor,drama e fatalidade. Ótima estreia de Adam Elliot que entrega em seu primeiro longa metragem um filme sem igual.<br />
Destaque também para a trilha sonora&#8230;que é simplesmente linda!</div>
<div>Torrent e Legenda:</div>
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<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/321/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=321&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">juniorcandido</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Machuca</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/18/machuca/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/18/machuca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 03:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juniorcandido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andrés Wood]]></category>

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		<description><![CDATA[Chile, 1973. Gonzalo Infante (Matías Quer) e Pedro Machuca (Ariel Mateluna) são dois garotos de 11 anos que vivem em Santiago. O primeiro, numa bela casa situada num bairro de classe média. O segundo, num humilde povoado ilegal instalado a poucos metros de distância da escola. Dois mundos separados por uma muralha invisível que alguns [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=313&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/machuca1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-315" title="Machuca" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/machuca1.jpg?w=467&#038;h=621" alt="" width="467" height="621" /></a></p>
<p>Chile, 1973. Gonzalo Infante (Matías Quer) e Pedro Machuca (Ariel Mateluna) são dois garotos de 11 anos que vivem em Santiago. O primeiro, numa bela casa situada num bairro de classe média. O segundo, num humilde povoado ilegal instalado a poucos metros de distância da escola. Dois mundos separados por uma muralha invisível que alguns sonham em derrubar na intenção de construir uma sociedade mais justa, como o padre McEnroe (Ernesto Malbran), diretor de um colégio particular de elite onde Gonzalo estuda. Em meio à política comunista instalada por Salvador Allende no país, o diretor decide fazer uma integração entre estes dois universos, abrindo as portas do colégio para os filhos das famílias do povoado. É assim que Pedro Machuca (Ariel Mateluna) vai parar na mesma sala de Gonzalo, ponto de partida para uma amizade cheia de descobertas e surpresas, que acontece paralelamente ao clima de enfrentamento que vive a sociedade chilena na violenta transição de Allende para Pinochet.</p>
<p><span id="more-313"></span></p>
<p>Ficha Técnica:</p>
<div><strong>Diretor:</strong> Andrés Wood</div>
<div><strong>Elenco:</strong> Matías Quer, Ariel Mateluna, Manuela Martelli, Aline Küppenheim, Ernesto Malbran, Tamara Acosta, Francisco Reyes, Alejandro Trejo.</div>
<div><strong>Produção:</strong> Gerardo Herrero, Mamoun Hassan, Andrés Wood</div>
<div><strong>Roteiro:</strong> Roberto Brodsky, Mamoun Hassan, Andrés Wood</div>
<div><strong>Fotografia:</strong> Miguel Joan Littin M.</div>
<div><strong>Trilha Sonora:</strong> Miguel Miranda, José Miguel Tobar</div>
<div><strong>Duração:</strong> 120 min.</div>
<div><strong>Ano:</strong> 2004</div>
<div><strong>País:</strong> Chile/ Espanha/ Reino Unido</div>
<div><strong>Gênero:</strong> Drama</div>
<div><strong>Cor:</strong> Colorido</div>
<div><strong>Distribuidora:</strong> Medusa Produzione</div>
<p>Trailer:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/18/machuca/"><img src="http://img.youtube.com/vi/qr2G7TiaWLw/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>De verdade&#8230;estou até agora impressionado com o que vi. Um filme incrivelmente sensível e intrigante. Crianças enxergam mais do que entendem e entendem mais do que imaginam, de uma maneira intensa esse modo de ver o mundo acaba por criar um certo tipo de inocência moral, razão que move o cotidiano do personagem Gonzalo, preste a entrar na adolescência ao mesmo tempo em que seu país esta as vesperas de um Golpe de Estado. E assim fica intrincado, de uma maneira bem sensível, os mundos em transe, do garoto e do país. Quando conhece o garoto bolsista Pedro Machuca, Gonzalo passa a experimentar um tipo de vida até então estranha, em meio a pobreza e amargura, fato que acaba por colocar um fim na sua natureza juvenil e idílica. A interessante questão que nos deixa ao final do filme não é o ressalto sobre a inocência em si, mas sim a impotência &#8211; sobre descobrir que você é impotente para proteger as pessoas com as quais se importa, e também incapaz de se proteger da vergonha do seu próprio fracassso.</p>
<p>Download Torrent e Legenda:</p>
<p><a href="http://www.megaupload.com/?d=AKNOBW31">http://www.megaupload.com/?d=AKNOBW31</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/313/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=313&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">juniorcandido</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/machuca1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Machuca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Os Falsários</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/14/os-falsarios-2/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/14/os-falsarios-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 04:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juniorcandido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Stefan Ruzowitzky]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Falsários]]></category>
		<category><![CDATA[Karl MArkovics]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: 1944. Após ser preso e levado a um campo de concentração, Salomon Sorowitsch (Karl Markovics) concorda em ajudar os nazistas em uma operação de falsificação criada para financiar os esforços de guerra. Neste processo mais de 130 milhões de libras esterlinas foram impressas. Como o Reich sabia que o fim da guerra estava próximo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=306&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="the_counterfeiters" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/the_counterfeiters.jpg?w=450&#038;h=587" alt="the_counterfeiters" width="450" height="587" /></p>
<p>Sinopse:</p>
<p>1944. Após ser preso e levado a um campo de concentração, Salomon Sorowitsch (Karl Markovics) concorda em ajudar os nazistas em uma operação de falsificação criada para financiar os esforços de guerra. Neste processo mais de 130 milhões de libras esterlinas foram impressas. Como o Reich sabia que o fim da guerra estava próximo, ordenou que fossem impressas notas na moeda dos inimigos da Alemanha. A intenção era que esta atitude minasse a economia dos países e, ao mesmo tempo, ajudasse os cofres alemães. Tratava-se da Operação Bernhard, que contou com a participação de prisioneiros de diversos campos de concentração.</p>
<p style="text-align:left;"><em><strong><span id="more-306"></span></strong> </em></p>
<p style="text-align:left;">Acabo de ver esse trabalho incrível alemão, ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2008. Uma história dramática e inusitada sobre um dos maiores golpes nazistas. Vale a pena conferir&#8230;a fotografia acinzentada dos campos de concentração é lindamente triste.</p>
<p style="text-align:left;">Trailer:</p>
<p style="text-align:left;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/14/os-falsarios-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/qaOyx5xlvCM/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Torrent e legenda:</p>
<p>http://www.mediafire.com/?mzy2z3idtm1</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Elenco:</p>
<li>Karl Markovics (Salomon &#8220;Sally&#8221; Sorowitsch)</li>
<li>August Diehl (Adolf Burger)</li>
<li>Devid Striesow (Friedrich Herzog)</li>
<li>Martin Brambach (Holst)</li>
<li>August Zirner (Dr. Klinger)</li>
<li>Veit Stübner (Atze)</li>
<li>Sebastian Urzendowsky (Kolya Karloff)</li>
<li>Andreas Schmidt (Zilinsk)</li>
<li>Tilo Prückner (Dr. Viktor Hahn)</li>
<li>Lenn Kudrjawizki (Loszek)</li>
<li>Norman Stoffregen (Abramovic)</li>
<li>Hille Beseler (Grete Herzog)</li>
<p style="text-align:left;"><em>Ficha Técnica:</em></p>
<p style="text-align:left;">
<li><strong>título original</strong>: Die Fälscher</li>
<li><strong>gênero</strong>: Drama</li>
<li><strong>duração</strong>:01 hs 38 min</li>
<li><strong>ano de lançamento</strong>:2009</li>
<li><strong>site oficial</strong>:<a href="www.osfalsarios.com.br" target="_blank">www.osfalsarios.com.br</a></li>
<li><strong>estúdio</strong>:Magnolia Filmproduktion / Beta Cinema / Zweites Deutsches Fernsehen / Studio Babelsberg Motion Pictures / Filmförderung Hamburg</li>
<li><strong>distribuidora</strong>:Sony Pictures Classics / Europa Filmes</li>
<li><strong>direção</strong>: Stefan Ruzowitzky</li>
<li><strong>roteiro</strong>:Stefan Ruzowitzky, baseado em livro de Adolf Burger</li>
<li><strong>produção</strong>:Josef Aichholzer, Nina Bohlmann e Babette Schröder</li>
<li><strong>música</strong>:Marius Ruhland</li>
<li><strong>fotografia</strong>:Benedict Neuen</li>
<li><strong>figurino</strong>:Nicole Fischnaller<strong> </strong></li>
<li><strong>edição</strong>:Britta Nahler</li>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/306/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=306&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">juniorcandido</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/the_counterfeiters.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">the_counterfeiters</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>3 Macacos</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/13/3-macacos/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/13/3-macacos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juniorcandido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nuri Bilge Ceylan]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse Contra todas as possibilidades, uma família tenta esconder as mentiras que a envolve para se manter unida. A fim de evitar dificuldades e responsabilidades que, de outra forma seriam impossíveis de suportar, a família opta por ignorar a verdade, não para ver, ouvir ou falar sobre isso. Como no jogo dos &#8220;três macacos&#8221;, escolheu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=290&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:x-small;color:#663300;font-family:Verdana;"> </span></div>
<div><span style="font-size:x-small;color:#663300;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-size:x-small;color:#663300;font-family:Verdana;"> </span></p>
<li><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="3 Macacos" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/3-macacos2.jpg?w=280&#038;h=398" alt="3 Macacos" width="280" height="398" /></li>
<div><span style="font-size:x-small;color:#663300;font-family:Verdana;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Sinopse</strong></span></span></div>
<div><span style="font-size:x-small;color:#663300;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-size:x-small;color:#663300;font-family:Verdana;"> </span></p>
<div>Contra todas as possibilidades, uma família tenta esconder as mentiras que a envolve para se manter unida. A fim de evitar dificuldades e responsabilidades que, de outra forma seriam impossíveis de suportar, a família opta por ignorar a verdade, não para ver, ouvir ou falar sobre isso. Como no jogo dos &#8220;três macacos&#8221;, escolheu ignorá-las, não vê-las, ouvi-las ou falar sobre elas. Mas esse jogo invalidaria a existência dos fatos?</div>
<div><span id="more-290"></span></div>
<div>Ficha Técnica:</div>
<div><span style="text-decoration:underline;">Título no Brasil:</span> 3 Macacos<br />
<span style="text-decoration:underline;">Título Original:</span> Üç maymun / Three Monkeys<br />
<span style="text-decoration:underline;">País de Origem:</span> Turquia / França / Itália<br />
<span style="text-decoration:underline;">Gênero:</span> Drama<br />
<span style="text-decoration:underline;">Classificação etária:</span> 14 anos<br />
<span style="text-decoration:underline;">Tempo de Duração:</span> 109 minutos<br />
<span style="text-decoration:underline;">Ano de Lançamento:</span> 2008<br />
<span style="text-decoration:underline;">Estréia no Brasil:</span> 27/02/2009<br />
<span style="text-decoration:underline;">Site Oficial:</span> http://3monkeysmovie.com<br />
<span style="text-decoration:underline;">Estúdio/Distrib.:</span> Imovision<br />
<span style="text-decoration:underline;">Direção:</span> <a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Nuri%20Bilge%20Ceylan.html">Nuri Bilge Ceylan</a></div>
<div>Elenco:</div>
<div><a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Yavuz%20Bingol.html">Yavuz Bingol</a> &#8230; Eyüp<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Hatice%20Aslan.html">Hatice Aslan</a> &#8230; Hacer<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Rifat%20Sungar.html">Rifat Sungar</a> &#8230; Ismail<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Ercan%20Kesal.html">Ercan Kesal</a> &#8230; Servet<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Cafer%20Kose.html">Cafer Köse</a> &#8230; Bayram<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Gurkan%20Aydin.html">Gürkan Aydin</a> &#8230; The Child</div>
<div>Trailer:</div>
<div><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/13/3-macacos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/bs56vD9y85I/2.jpg" alt="" /></a></span></div>
<p>Download do filme Torrent e Legenda:</p>
<p><a href="http://www.megaupload.com/?d=86LZDEW4">http://www.megaupload.com/?d=86LZDEW4</a></p>
<p>Sem dúvida um dos filmes mais desconcertantes que eu vi esse ano. A fotografia amarelada, trilha sonora incisiva, e um roteiro magnífico sobre uma relação familiar cortante e doída. Não tenho nem muito o que descrever&#8230;a melhor sensação mesmo é provar desse trabalho turco notório!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/290/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=290&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">juniorcandido</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/3-macacos2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">3 Macacos</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>I&#8217;m a Cyborg, but that&#8217;s OK (2006)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/12/im-a-cyborg-but-thats-ok-2006/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/12/im-a-cyborg-but-thats-ok-2006/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Park Chan-Wook]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Cha Young-goon (Lim Su-Jeong) é hospitalizada numa clínica psiquiátrica, por acreditar que é uma ciborgue. Ela recusa toda a comida que lhe oferecem, preferindo carregar as &#8220;baterias&#8221; através de um transistor. Cha usa a dentadura da avó e fala com todos os aparelhos eletrônicos. Mas seu caso não é o único: ela está rodeada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=283&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-284" title="CYborg" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/cyborg.jpg?w=400&#038;h=570" alt="CYborg" width="400" height="570" /></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Cha Young-goon (Lim Su-Jeong) é hospitalizada numa clínica psiquiátrica, por acreditar que é uma ciborgue. Ela recusa toda a comida que lhe oferecem, preferindo carregar as &#8220;baterias&#8221; através de um transistor. Cha usa a dentadura da avó e fala com todos os aparelhos eletrônicos. Mas seu caso não é o único: ela está rodeada de pacientes que têm interlocutores imaginários. Quando o belo e anti-social Park Il-Soon (Rain) é internado, tudo muda para ela. Não leva muito tempo para que eles se envolvam, mas a saúde da menina piora cada vez mais.</p>
<p><span id="more-283"></span><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>título original:Saibogujiman Kwenchana<br />
gênero:Comédia/Drama<br />
duração:01 hs 45 min<br />
ano de lançamento:2006<br />
site oficial:<a href="void(0);" target="_blank">http://www.cyborg2006.co.kr/</a><br />
estúdio:Moho Films<br />
distribuidora:<br />
direção: Park Chan-Wook<br />
roteiro:Jeong Seo-Gyeong e Park Chan-Wook</p>
<p><strong>Elenco:</strong></p>
<p>Lim Su-Jeong (Cha Young-Goon)<br />
Rain (Park Il-Sun)<br />
Choi Hie-Jin (Choi Seul-Gi)<br />
Kim Byeong-Ok (Juiz)<br />
Lee Yong-Nyeo (Mãe de Cha)<br />
Oh Dal-Su (Shin Duk-Cheon)<br />
Yu Ho-Jeong (Mãe de Park)</p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/12/im-a-cyborg-but-thats-ok-2006/"><img src="http://img.youtube.com/vi/1KaOLDZe2GI/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/84860608/1f153e9e/Cyborg.html">Download</a> torrent e legenda.</p>
<p>Link alternativo: Filme em RMVB</p>
<p>Download <a href="http://rapidshare.com/files/286680699/myborguthatsokYZ_Jack_Frost.part1.rar">Parte 1</a> &#8211; Download <a href="http://rapidshare.com/files/286694622/myborguthatsokYZ_Jack_Frost.part2.rar">Parte 2</a></p>
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			<media:title type="html">CYborg</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Polytechnique (2009)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Denis Villeneuve]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: O filme mais festejado do Canadá esse ano, um filme ao mesmo tempo enérgico e meditativo, perturbador e poético. Baseado em fatos reais, Polytechnique é uma dramatização cinematográfica do “Massacre de Montreal” (Canadá) em 1989, onde várias meninas, todas estudantes de engenharia da Escola Politécnica foram assassinadas por um misógino. Ficha Técnica: Gênero: Drama Diretor: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=280&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-279" title="Polytechnique-2009" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/polytechnique-2009.jpg?w=207&#038;h=298" alt="Polytechnique-2009" width="207" height="298" /></p>
<p><strong>Sinopse: </strong></p>
<p>O filme mais festejado do Canadá esse ano, um filme ao mesmo tempo enérgico e meditativo, perturbador e poético. Baseado em fatos reais, Polytechnique é uma dramatização cinematográfica do “Massacre de Montreal” (Canadá) em 1989, onde várias meninas, todas estudantes de engenharia da Escola Politécnica foram assassinadas por um misógino.</p>
<p><span id="more-280"></span></p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>Gênero: Drama<br />
Diretor: Denis Villeneuve<br />
Duração: 77 minutos<br />
Ano de Lançamento: 2009<br />
País de Origem: Canadá<br />
Idioma do Áudio: Francês</p>
<p><strong>Elenco:</strong></p>
<p>Maxim Gaudette<br />
Sebastien Huberdeau<br />
Karine Vanasse<br />
Évelyne Brochu<br />
Johanne-Marie Tremblay<br />
Pierre Yves Cardinal</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/12/polytechnique-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/1EM9r83Dv2A/2.jpg" alt="" /></a></span>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/12/polytechnique-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/42QSN7ez0DQ/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/135582356/43cf61c7/PolytechniqueLiMiTEDFRENCHDVDRiPXviD.html">Download</a> torrent e legenda.</p>
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			<media:title type="html">crzmatheus</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Polytechnique-2009</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Casa Vazia (2004)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/12/casa-vazia-2004/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/12/casa-vazia-2004/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kim Ki-Duk]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Um jovem invade a casa de estranhos e mora nelas enquanto os donos estão fora. Para pagar a estadia ele realiza pequenos consertos ou faz limpeza na casa. Ele costuma ficar um ou dois dias em cada lugar, trocando de casa constantemente. Até que um dia encontra uma bela mulher em uma mansão, que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=276&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-275" title="OgAAAKa659zyT-zCE2gZx8kQ1eRaq0EB328c2izQKHq14RI-3dOjkX7M3n3_NVOE_0EFoWOzuqeSI-28dVQjgXwP4SUAm1T1UEUgEjN9rWQgXS2AN0z8CNqPJgZ1" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/11/ogaaaka659zyt-zce2gzx8kq1eraq0eb328c2izqkhq14ri-3dojkx7m3n3_nvoe_0efowozuqesi-28dvqjgxwp4suam1t1ueugejn9rwqgxs2an0z8cnqpjgz11.jpg?w=468&#038;h=667" alt="OgAAAKa659zyT-zCE2gZx8kQ1eRaq0EB328c2izQKHq14RI-3dOjkX7M3n3_NVOE_0EFoWOzuqeSI-28dVQjgXwP4SUAm1T1UEUgEjN9rWQgXS2AN0z8CNqPJgZ1" width="468" height="667" /></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Um jovem invade a casa de estranhos e mora nelas enquanto os donos estão fora. Para pagar a estadia ele realiza pequenos consertos ou faz limpeza na casa. Ele costuma ficar um ou dois dias em cada lugar, trocando de casa constantemente. Até que um dia encontra uma bela mulher em uma mansão, que assim como ele também está tentando escapar da vida que leva.</p>
<p><span id="more-276"></span><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>título original:Bin-jip<br />
gênero:Drama<br />
duração:01 hs 35 min<br />
ano de lançamento:2004<br />
site oficial: <a href="void(0);" target="_blank">http://www.3ironmovie.com/</a><br />
direção: Kim Ki-Duk<br />
roteiro:Kim Ki-Duk</p>
<p><strong>Elenco:</strong></p>
<p>Lee Seung-Yeon (Sun-Hwa)<br />
Lee Hyun-Kyoon (Tae-Suk)<br />
Kwon Hyuk-Ho (Min-gyu)<br />
Ju Jin-Mo (Inspetor Cho)<br />
Moon Sung-Hyuk (Sung-Hyuk)<br />
Park Jee-Ah (Jee-Ah)<br />
Jang Jae-Yong (Hyun-Soo)<br />
Lee Dah-Hae (Ji-Eun)<br />
Park Dong-Jin (Detetive Lee)<br />
Lee Mi-Suk<br />
Choi Jeong-Ho</p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/11/12/casa-vazia-2004/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Ydh1JQSOiH8/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>&#8220;Uma obra prima, síntese de poesia e deleite visual. Todos nós somos casas vazias, esperando que alguém abra a porta e nos deixe sair&#8230;&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/116512145/be84aac3/Bin-jip__2004_.html">Download</a> torrent e legenda.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/276/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=276&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">crzmatheus</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">OgAAAKa659zyT-zCE2gZx8kQ1eRaq0EB328c2izQKHq14RI-3dOjkX7M3n3_NVOE_0EFoWOzuqeSI-28dVQjgXwP4SUAm1T1UEUgEjN9rWQgXS2AN0z8CNqPJgZ1</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Magnólia (1999)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/08/18/magnolia-1999/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/08/18/magnolia-1999/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 17:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paul Thomas Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[1999]]></category>
		<category><![CDATA[juliane moore]]></category>
		<category><![CDATA[magnolia]]></category>
		<category><![CDATA[philip seymour hoffman]]></category>
		<category><![CDATA[tom cruise]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Big Earl Partridge (Jason Robards) é um produtor de TV à beira da morte que deseja reencontrar o filho. Phill (Phillip Seymour Hoffman) é seu dedicado enfermeiro e Linda (Juliane Moore), sua jovem esposa. Frank (Tom Cruise), é um célebre guru machista, é o filho que Big Earl procura. Jimmy Gator (Philip Baker Hall) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=261&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-260 aligncenter" title="magnolia-poster01" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/08/magnolia-poster01.jpg?w=267&#038;h=419" alt="magnolia-poster01" width="267" height="419" /></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Big Earl Partridge (Jason Robards) é um produtor de TV à beira da morte que deseja reencontrar o filho. Phill (Phillip Seymour Hoffman) é seu dedicado enfermeiro e Linda (Juliane Moore), sua jovem esposa. Frank (Tom Cruise), é um célebre guru machista, é o filho que Big Earl procura. Jimmy Gator (Philip Baker Hall) é o apresentador do famoso programa de TV que também está com câncer e procurando se entender com a filha Cláudia, cocainomaníaca. Stanley é um garoto-prodígio manipulado pelo pai oportunista. O ponto comum entre essa gente? Todos vivem num bairro de Los Angeles cortado por uma rua chamada Magnólia. Mas, antes que este círculo de personagens se feche, o espectador ainda terá muitas surpresas&#8230;</p>
<p><span id="more-261"></span></p>
<p><em><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;font-style:normal;">Título Original:</span></strong></em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;"> Magnolia</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;"><br />
<em><strong><span style="font-family:Arial;font-style:normal;">Gênero:</span></strong></em><em><span style="font-family:Arial;"> </span></em> Drama<br />
<em><strong><span style="font-family:Arial;font-style:normal;">Tempo de Duração:</span></strong></em> 180 minutos<br />
<em><strong><span style="font-family:Arial;font-style:normal;">Ano de Lançamento (EUA):</span></strong></em> 1999<br />
<em><strong><span style="font-family:Arial;font-style:normal;">Direção:</span></strong></em> Paul Thomas Anderson<br />
<em><strong><span style="font-family:Arial;font-style:normal;">Roteiro</span></strong></em><em><span style="font-family:Arial;">:</span></em> Paul Thomas Anderson<br />
<em><strong><span style="font-family:Arial;font-style:normal;">Produção:</span></strong></em> Paul Thomas Anderson e Joanne Sellar<br />
<em><strong><span style="font-family:Arial;font-style:normal;">Música:</span></strong></em> Jon Brion, Fiona Apple e Aimee Mann</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;"><strong>Elenco: </strong></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;"><span style="color:#000000;">Pat Healy (Sir Edmund William Godfrey)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/tom-cruise/tom-cruise.asp"><span style="color:#000000;">Tom Cruise</span></a><span style="color:#000000;"> (Frank T.J. Mackey)<br />
Genevieve Zweig (Mrs. Godfrey)<br />
Melinda Dillon (Rose Gator)<br />
Philip Baker Hall (Jimmy Gator)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/philip-seymour-hoffman/philip-seymour-hoffman.asp"><span style="color:#000000;">Philip Seymour Hoffman</span></a><span style="color:#000000;"> (Phil Pharma)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/william-h-macy/william-h-macy.asp"><span style="color:#000000;">William H. Macy</span></a><span style="color:#000000;"> (Donnie Smith)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/jason-robards/jason-robards.asp"><span style="color:#000000;">Jason Robards</span></a><span style="color:#000000;"> (Earl Partridge)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/julianne-moore/julianne-moore.asp"><span style="color:#000000;">Julianne Moore</span></a><span style="color:#000000;"> (Linda Partridge)<br />
Jeremy Blackman (Stanley Spector)<br />
Mark Flannagan (Joseph Green)<br />
Neil Flynn (Stanley Berry)<br />
Rod McLachlan (Daniel Hill)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/alfred-molina/alfred-molina.asp"><span style="color:#000000;">Alfred Molina</span></a><span style="color:#000000;"> (Solomon Solomon)<br />
Michael Bowen (Rick Spector)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/john-c-reilly/john-c-reilly.asp"><span style="color:#000000;">John C. Reilly</span></a><span style="color:#000000;"> (Jim Kurring)<br />
Melora Walters (Claudia Winston Gator)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/felicity-huffman/felicity-huffman.asp"><span style="color:#000000;">Felicity Hufman</span></a><span style="color:#000000;"> (Cynthia)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/luis-guzman/luis-guzman.asp"><span style="color:#000000;">Luis Guzmán</span></a><span style="color:#000000;"> (Luis Guzmán)<br />
Ricky Jay (Voz do narrador)<br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/thomas-jane/thomas-jane.asp"><span style="color:#000000;">Thomas Jane</span></a><span style="color:#000000;"><br />
</span><a style="text-decoration:none;" href="http://www.adorocinema.com.br/personalidades/atores/orlando-jones/orlando-jones.asp"><span style="color:#000000;">Orlando Jones</span></a></span></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/08/18/magnolia-1999/"><img src="http://img.youtube.com/vi/S1nYjKphdSk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">&#8220;Há algum tempo, recebi uma mensagem de um leitor que reclamava dos diferentes estilos com que eu escrevia certas críticas. A título de comparação, ele observava o brutal contraste entre meus artigos sobre <em><a style="font-family:'Trebuchet MS';color:#000000;text-decoration:none;" href="http://www.cinemaemcena.com.br/crit_editor_filme.asp?cod=294" target="_blanck"><span style="color:#a52a2a;"><strong><span style="color:#000000;">Campo dos Sonhos</span></strong></span></a></em> (repleto de referências pessoais) e <em><a style="font-family:'Trebuchet MS';color:#000000;text-decoration:none;" href="http://www.cinemaemcena.com.br/crit_editor_filme.asp?cod=317" target="_blanck"><span style="color:#a52a2a;"><strong><span style="color:#000000;">Desconstruindo Harry</span></strong></span></a></em>(mais técnico e contendo associações à cinematografia de Woody Allen). O leitor em questão pedia que eu adotasse um estilo único, mais `profissional`.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Infelizmente, creio que vou desapontá-lo mais uma vez. O fato é que julgo impossível escrever de uma só maneira, já que cada filme provoca uma reação diferente em quem o assiste &#8211; o que me leva a redigir diferentes estilos de texto. Em algumas ocasiões, sinto-me completamente à vontade para desafiar os dogmas jornalísticos e rechear a crítica com verbos na primeira pessoa (reza a regra que um crítico jamais deve dizer `eu` em seus artigos). Por outro lado, muitas vezes opto por um texto mais `seco` e objetivo. Depende do filme, do dia e &#8211; como sou apenas humano &#8211; de meu humor na ocasião.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O motivo que me leva a introduzir esta crítica de <em>Magnólia </em>de maneira tão incomum é um só: o filme de Paul Thomas Anderson é tão complexo em sua carpintaria dramática e tão repleto de simbolismos que simplesmente não consigo resenhá-lo em apenas um artigo. Eu estaria sendo relapso se me prendesse apenas aos seus méritos cinematográficos e ignorasse suas metáforas e, por outro lado, não estaria exercendo minha função de crítico caso me concentrasse apenas em suas mensagens e esquecesse de comentar seu lado técnico. Assim, a partir do próximo parágrafo passo a analisar o <strong>filme</strong> em si, deixando para dissertar sobre seus significados no artigo que vem logo abaixo deste texto (há um intertítulo em <strong>negrito </strong>separando os dois artigos). Peço perdão de antemão para o leitor que exigiu mais `profissionalismo` &#8211; ser profissional, para mim, é mergulhar sem receios ou regras pré-estabelecidas em cada filme que vejo. Mas vamos ao trabalho: (&#8230;)</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;">Leia a crítica de <a href="http://www.cinemaemcena.com.br/ficha_filme.aspx?id_filme=514" target="_blank"></a><a href="http://www.cinemaemcena.com.br/ficha_filme.aspx?id_filme=514">Pablo Villaça</a> na íntegra.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;"><a href="http://www.4shared.com/file/124162196/a2820df8/magnolia.html">Download</a> via Torrent.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:black;"><br />
</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/261/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=261&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Um Sonho de Liberdade (1994)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/08/05/um-sonho-de-liberdade-1994/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/08/05/um-sonho-de-liberdade-1994/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 02:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelcamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O diretor Frank Darabont (À Espera de um Milagre) conta a história de um banqueiro condenado à prisão perpétua pelo assassinato de sua mulher, que faz da amizade com um prisioneiro veterano e o sonho de um dia ser novamente livre os motivos para continuar vivendo. Com Tim Robbins e Morgan Freeman. Recebeu 7 indicações [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=253&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/08/um-sonho-de-liberdade3.jpg?w=468&#038;h=611" alt="Um Sonho de Liberdade" title="Um Sonho de Liberdade" width="468" height="611" class="alignnone size-full wp-image-258" /></p>
<p>O diretor Frank Darabont (À Espera de um Milagre) conta a história de um banqueiro condenado à prisão perpétua pelo assassinato de sua mulher, que faz da amizade com um prisioneiro veterano e o sonho de um dia ser novamente livre os motivos para continuar vivendo. Com Tim Robbins e Morgan Freeman. Recebeu 7 indicações ao Oscar.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação:</strong><br />
Felipe<br />
Junior<br />
Marcel 10<br />
Matheus</span></p>
<p><span id="more-253"></span></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/08/05/um-sonho-de-liberdade-1994/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Ec4dGY46_1E/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Título Original: The Shawshank Redemption<br />
Gênero: Drama<br />
Tempo de Duração: 142 minutos<br />
Ano de Lançamento (EUA): 1994<br />
Estúdio: Columbia Pictures Corporation / Castle Rock Entertainment<br />
Distribuição: Columbia Pictures<br />
Direção: Frank Darabont<br />
Roteiro: Frank Darabont, baseado em estórias de Stephen King<br />
Produção: Niki Marvin<br />
Música: Thomas Newman<br />
Direção de Fotografia: Roger Deakins<br />
Desenho de Produção: Terence Marsh<br />
Direção de Arte: Peter Landsdown Smith<br />
Figurino: Elizabeth McBride<br />
Edição: Richard Francis-Bruce<br />
Efeitos Especiais: Motion Pixel Corporation</p>
<p><strong>Elenco</strong><br />
Tim Robbins (Andy Dufresne)<br />
Morgan Freeman (Ellis Boyd &#8220;Red&#8221; Redding)<br />
Bob Gunton (Warden Samuel Norton)<br />
William Sadler (Heywood)<br />
Clancy Brown (Capitão Byron Hadley)<br />
Gil Bellows (Tommy Williams)<br />
Mark Rolston (Bogs Diamond)<br />
James Whitmore (Brooks Hatlen)<br />
Larry Brandenburg (Skeet)<br />
Neil Giuntoli (Jigger)<br />
Brian Libby (Floyd)<br />
Jeffrey DeMunn<br />
Filmaço do início ao fim!</p>
<p>Um Sonho de Liberdade é considerado por muitos como um dos melhores dramas já produzidos no cinema, embora, em 1995, tenha perdido o Oscar de melhor filme para Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias. Também foi indicado nas categorias de melhor ator com Morgan Freeman, melhor roteiro adaptado, melhor montagem, melhor fotografia, melhor som e melhor trilha sonora, mas infelizmente não conseguiu levar nenhum desses prêmios.</p>
<p>Os prêmios não refletem a realidade da qualidade da produção: Um Sonho de Liberdade, do diretor Frank Darabont, realmente pode ser considerado como um dos grandes filmes de Hollywood na década de 90. Dessa forma, é interessante ressaltar aqui que o diretor parece gostar de produzir dramas, pois o mesmo, além deste, fez outra produção em 1999 &#8211; À Espera de um Milagre &#8211; que também, em sua maioria, se passa em uma penitenciária. Ambos foram escritos pelo famoso Stephen King.</p>
<p>O filme conta a história de Andy Dufresne, um banqueiro que foi injustamente condenado à pena de prisão perpétua pelo homicídio de sua mulher e seu amante, a ser cumprida na penitenciária de Shawshank, em 1947. Calado e misterioso, Andy atrai a atenção de muitos presos, inclusive de Ellis Boyd Redding, conhecido como Red, que se torna seu amigo com o passar do tempo. Porém, por possuir grandes conhecimentos financeiros, Andy acaba sendo vítima de mais injustiças, onde os guardas o exploravam para conseguir dinheiro fácil. Apesar das chances serem quase nulas, ele tenta não desistir de lutar por sua liberdade.</p>
<p>O que mais chama a atenção nesta produção é o roteiro, que foi muito bem elaborado e trabalhado, enfatizando em vários momentos a dura realidade de quem está atrás das grades e como esta pessoa consegue conviver sabendo que não tem chances de sair de lá algum dia. Não deixando de apresentar todas as situações que podem acontecer em uma prisão, desde uma pequena briga ou discussão até a corrupção existente entre os funcionários e administradores, a força do filme está também na sua diversidade: uma prisão como a apresentada no filme pode tornar-se um mundo totalmente à parte do nosso mundo, e os valores lá dentro podem ser totalmente diferentes dos nossos valores, como cidadãos livres.</p>
<p>Quanto aos personagens, seus diálogos são muito bem elaborados e conseguem transmitir de forma clara e forte o drama sofrido pelos presidiários. Andy demonstra em suas falas que, por mais difícil que possa ser sua vida, ele continua acreditando que exista uma luz no fim do túnel.  Já Red assume mais o papel do homem que está ali para consolar e mostrar como as coisas são. Ele é mais realista e conformado com o seu destino, mas no fim acaba se iludindo com Andy e tem a esperança de que também pode sair dali algum dia. Ambos formam uma dupla de forte amizade pela qual vale a pena torcer.</p>
<p>Tecnicamente, Um Sonho de Liberdade possui uma trilha sonora muito boa e muito bem aplicada, além de uma fotografia muitíssimo bem trabalhada, conseguindo esse feito mesmo que aproximadamente 80% do filme se passe dentro da prisão. É uma super-produção com qualidades artísticas que excedem os bons filmes da atualidade, mesmo muitos que consideram-se “arte”. Isso é raro!</p>
<p>Ao final, vemos que podemos prender uma pessoa, seu corpo, mas não conseguimos manter presos sua mente e seu espírito e nem retirar suas esperanças quando a mesma acredita fielmente que vai conseguir o que deseja e luta corajosamente para isso acontecer. É um ótimo filme, que recomendo, mas é lamentável que não tenha recebido nenhum dos prêmios aos quais foi indicado no Oscar. A sua maior recompensa, no final, foi o grande apoio do público.</p>
<p><em>Tatiane Crescêncio</em></p>
<p>DOWNLOAD: <a href="http://www.4shared.com/file/123227283/48d86cbd/Um_Sonho_de_Liberdade.html">Torrent e Legenda</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/253/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=253&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/25/o-fabuloso-destino-de-amelie-poulain-2001/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/25/o-fabuloso-destino-de-amelie-poulain-2001/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 17:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jean-Pierre Jeunet]]></category>
		<category><![CDATA[2001]]></category>
		<category><![CDATA[amelie]]></category>
		<category><![CDATA[audrey tautou]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[mathieu kassovitz]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo  e é assim que encontra [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=236&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-237 aligncenter" title="amelie-poulain-poster03" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/07/amelie-poulain-poster03.jpg?w=366&#038;h=500" alt="amelie-poulain-poster03" width="366" height="500" /></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo  e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação:</strong><br />
Felipe 9<br />
Junior<br />
Marcel 10<br />
Matheus 10<br />
</span></p>
<p><span id="more-236"></span></p>
<p><strong>Título Original:</strong> Le Fabuleux Destin d&#8217;Amélie Poulain<br />
<strong>Gênero:</strong> Comédia<br />
<strong>Tempo de Duração:</strong> 120 minutos<em><br />
</em><strong>Ano de Lançamento (França):</strong><em> </em>2001<br />
<strong>Site Oficial:</strong> <a href="http://www.amelie-themovie.com/" target="_blank">www.amelie-themovie.com</a><br />
<strong>Estúdio:</strong> Le Studio Canal+ / Filmstiftung Nordrhein-Westfalen / France 3 Cinéma / La Sofica Sofinergie 5 / MMC Independent GmbH / Tapioca Films / Victoires Pictures<br />
<strong>Distribuição:</strong> Miramax Films<br />
<strong>Direção:</strong> Jean-Pierre Jeunet<br />
<strong>Roteiro:</strong> Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant<br />
<strong>Produção:</strong> Jean-Marc Deschamps<br />
<strong>Música:</strong> Yann Tiersen<br />
<strong>Fotografia:</strong> Bruno Delbonnel<br />
<strong>Desenho de Produção:</strong> Aline Bonetto<br />
<strong>Direção de Arte</strong><em>:</em> Volker Schäfer<br />
<strong>Figurino:</strong> Madeline Fontaine e Emma Lebail<br />
<strong>Edição:</strong> Hervé Schneid<br />
<strong>Efeitos Especiais:</strong> Duboi</p>
<p><strong>Elenco</strong>:<br />
Audrey Tautou (Amélie Poulain)<br />
Mathieu Kassovitz (Nino Quincampoix)<br />
Rufus (Raphael Poulain)<br />
Yolande Moreau (Madeleine Wallace)<br />
Artus de Penguern (Hipolito)<br />
Urbain Cancelier (Collignon)<br />
Maurice Bénichou (Dominique Bretodeau)<br />
Dominique Pinon (Joseph)<br />
Claude Perron (Eva)<br />
Michel Robin (Pai de Collignon)<br />
Isabelle Nanty (Georgette)<br />
Clotilde Mallet (Gina)<br />
Claire Maurier (Suzanne)<br />
Serge Merlin (Dufayel)<br />
James Debbouze (Lucien)<br />
Lorella Cravotta (Amandine Poulain)<br />
Flore Guiet (Amélie Poulain &#8211; 8 anos)</p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/25/o-fabuloso-destino-de-amelie-poulain-2001/"><img src="http://img.youtube.com/vi/0LPxU7659D4/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Crítica:</strong></p>
<p>Em certo momento de <em>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain</em>, a personagem-título, ansiosa com o atraso de uma pessoa, começa a imaginar os motivos que poderiam ter provocado a demora e só consegue pensar em duas razões: a primeira é incrivelmente simples, mas a segunda é tão criativa que se torna inacreditável. E esta característica, a imaginação exacerbada, é justamente a marca registrada de todo o roteiro, que possui idéias suficientes para mais dez filmes.</p>
<p>Escrita por Guillaume Laurant, a história gira em torno de Amélie Poulain (Tautou), uma jovem solitária que, certo dia, encontra em seu apartamento uma caixinha contendo diversos brinquedos que foi escondida por um garoto que morou ali há várias décadas. Sem ter muitos propósitos na vida, a moça resolve devolver o objeto para seu dono e, sentindo-se recompensada pela reação deste, decide solucionar os problemas de todas as pessoas com quem convive. No entanto, suas estratégias jamais se aproximam do óbvio e, com isso, ela bola planos complicadíssimos que muitas vezes (mas não sempre) funcionam melhor do que uma conversa franca (a maneira que ela encontra para estimular o pai a viajar é uma das melhores coisas do filme).</p>
<p>O que Amélie parece compreender muito bem é que, de modo geral, são os pequenos detalhes que determinam o grau de satisfação com que levamos nossas vidas: prazeres rotineiros ou contratempos triviais quase sempre definem aquilo que costumamos julgar como sendo um `bom` ou um `mau` dia. Da mesma forma, são nossas preferências mais sutis que, de um jeito ou de outro, acabam servindo como indícios de nosso caráter – e o filme acerta em cheio ao apresentar alguns de seus personagens através daquilo que eles gostam ou não: uma vizinha de Amélie gosta de ouvir o barulho da tigela de leite batendo no azulejo do chão de sua cozinha; e a heroína adora ver a expressão das pessoas em uma sala de cinema.</p>
<p>São observações como estas que demonstram algo que fica claro ao longo da projeção: os realizadores de <em>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain</em> apreciam verdadeiramente as particularidades da natureza humana e, portanto, analisam com sensibilidade os efeitos que certos acontecimentos (como a morte ou o término de um relacionamento) exercem sobre as pessoas. Além disso, o filme consegue conferir beleza aos atos mais simples, como no momento em que um personagem cata alguns grãos de açúcar que se encontram sobre a mesa.</p>
<p>Porém, ao contrário do que muitos poderiam imaginar a partir das constatações acima, <em>Amélie </em>jamais se torna um filme maçante. Ao contrário: caso tivesse sido produzido por Hollywood, vários críticos não hesitariam em classificá-lo como uma produção `comercial`, já que funciona também como um passatempo descompromissado, repleto de tiradas divertidíssimas. Boa parte da responsabilidade por este sucesso cabe, é claro, ao roteiro de Laurant, mas isso não quer dizer que o excepcional trabalho do cineasta Jean-Pierre Jeunet deve ser relegado a um segundo plano: associados à belíssima fotografia de Bruno Delbonnel, os enquadramentos e movimentos de câmera criados pelo diretor conferem grande fluidez e dinamismo ao filme, tornando a experiência ainda mais alucinante (e quando digo `alucinante`, estou sendo quase literal, já que as reflexões dos personagens vistos no filme acontecem, em alguns casos, como incríveis delírios visuais). Como se não bastasse, Jeunet faz uma sutil referência ao maravilhoso <em>Delicatessen</em>, que co-dirigiu ao lado de Marc Caro em 1991, ao mostrar a interferência de um `encontro sexual` sobre os objetos espalhados na lanchonete em que a protagonista trabalha.</p>
<p>Enquanto isso, Audrey Tautou cria uma Amélie absolutamente adorável, que está sempre vendo o mundo com olhos arregalados de admiração&#8230; e preocupação. Amélie não é apenas uma jovem sonhadora e sensível – ela também é uma moça solitária que, é importante dizer, encontra em suas missões uma forma de preencher o vazio de sua própria existência, o que a transforma em uma personagem ainda mais interessante (aliás, durante os créditos iniciais podemos ver algumas de suas brincadeiras durante a infância, o que aumenta ainda mais nossa proximidade com a moça). Assim, à medida em que a história se desenvolve, Amélie se torna cada vez mais `real` – e passamos a compreender melhor sua filosofia de vida (`Quando o dedo aponta para o céu, o imbecil olha para o dedo`, alguém diz em certo momento do filme, seguindo instruções da garota.)</p>
<p>Ao contrário daquilo que acontecia em <em>Delicatessen</em>, desta vez Jean-Pierre Jeunet não constrói um universo surrealista para ambientar sua história: a Paris vista em <em>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain</em> é fantasiosa, mas não fantástica. E é desta forma que o diretor consegue extrair o mágico do cotidiano e escrever poesia a partir do banal.</p>
<p>(<a href="http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?aba=critica&amp;id_filme=1569" target="_blank"></a><a href="http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?aba=critica&amp;id_filme=1569">Pablo Villaça</a>, 27 de fevereiro de 2002)</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/120587483/2a08228b/LE_FABULEUX_DESTIN_D_AMELIE_POULAIN.html">Download</a> torrent e legenda.</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/17380962/5996782f/Soundtrack_-_2001_Amelie__Le_Fabuleux_Destin_DAmelie_Poulain_.html?s=1">Download</a> da trilha sonora.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/236/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=236&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Wall-E (2008)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/23/wall-e-2008/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/23/wall-e-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 19:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelcamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andrew Stanton]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um futuro pós-apocalíptico, os humanos destruiram a Terra e partiram para explorar outros mundos. Quem ficou no planeta foram os &#8220;Wall-E&#8221;, robôs desenhados para limpar o lixo deixado na superfície terrestre. Essas máquinas, no entanto, não deram conta da tarefa e começaram a pifar lentamente, até que apenas um robô restou. E é ele [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=227&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-228 aligncenter" title="walle-1" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/07/walle-1.jpg?w=335&#038;h=500" alt="walle-1" width="335" height="500" /></p>
<p>Em um futuro pós-apocalíptico, os humanos destruiram a Terra e partiram para explorar outros mundos.<br />
Quem ficou no planeta foram os &#8220;Wall-E&#8221;, robôs desenhados para limpar o lixo deixado na superfície terrestre.<br />
Essas máquinas, no entanto, não deram conta da tarefa e começaram a pifar lentamente, até que apenas um robô restou. E é ele o protagonista, o pequeno Wall-E, que todos os dias executa sua trabalhosa rotina de catar os restos que encontra pela frente a fim de cumprir a (impossível) tarefa de juntar todo o lixo que existe no planeta. A única ajuda que ele recebe é a de Spot, sua barata de estimação. Até que num inusitado momento, o romântico Wall-E encontra a moderna robô de codinome E.V.A&#8230; daí então, sua vida nunca mais será a mesma!</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação:</strong><br />
Felipe 10<br />
Junior<br />
Marcel 10<br />
Matheus</span></p>
<p><span id="more-227"></span></p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/23/wall-e-2008/"><img src="http://img.youtube.com/vi/UblUO0LjPUg/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Título Original: Wall-E<br />
Gênero: Animação<br />
Tempo de Duração: 97 minutos<br />
Ano de Lançamento (EUA): 2008<br />
Site Oficial: www.disney.com.br/cinema/walle<br />
Estúdio: Walt Disney Pictures / Pixar Animation Studios<br />
Distribuição: Walt Disney Studios Motion Pictures<br />
Direção: Andrew Stanton<br />
Roteiro: Andrew Stanton<br />
Produção: Jim Morris<br />
Música: Thomas Newman<br />
Desenho de Produção: Ralph Eggleston<br />
Edição: Stephen Schaffer<br />
OBRA-PRIMA da animação!</p>
<p><strong>Elenco:</strong><br />
Ben Burtt (Wall-E / M-O)<br />
Elissa Knight (Eva)<br />
Jeff Garlin (Capitão)<br />
Fred Willard (Shelby Forthright)<br />
John Ratzenberger (John)<br />
Kathy Najimy (Mary)<br />
Sigourney Weaver (Auto)</p>
<p><strong>Crítica:</strong><br />
Há cerca de uma semana, fui submetido a uma cirurgia (a terceira – e última, espero – em um ano) e recebi a recomendação de permanecer algumas semanas em repouso absoluto. Nada de ir ao cinema, nada de trabalhar, nada de escrever; apenas descansar, relaxar e permitir que o velho corpo volte à normalidade. Mas eis que surge WALL•E, nova produção da Pixar, e me vejo irresistivelmente atraído à sala de projeção (afinal, estamos falando do estúdio que criou Toy Story,Toy Story 2, Monstros S.A., Procurando Nemo, Os Incríveis, Carros e Ratatouille. E como, depois de assistir à magnífica e apaixonante experiência representada por WALL•E, eu poderia deixar de escrever sobre este filme que parece representar uma espécie de mistura perfeita de Chaplin, Kubrick e Disney?</p>
<p>Escrito por Jim Reardon e pelo diretor Andrew Stanton a partir de um argumento concebido por este e Pete Docter, WALL•E já tem início revelando a imagem angustiante do planeta Terra cercado por um verdadeiro anel de lixo, refletindo também o estado de sua superfície. Abandonado pelos humanos depois de se tornar inabitável, o planeta tem, como último ocupante, o robozinho que dá título ao projeto e que passa seus dias exercendo a (agora inútil) função para a qual foi criado: compactar e organizar todo o lixo criado pela humanidade – algo que dá origem a imensas construções de refugo que, de uma estranha maneira, remetem às Pirâmides e às ruínas Maias. É então que uma nave desconhecida deixa na Terra a robô EVA, que imediatamente desperta a curiosidade do solitário WALL•E.</p>
<p>Contando com um primeiro ato praticamente livre de diálogos, o filme investe, em sua meia hora inicial, num design de produção que aposta numa paleta apropriadamente apagada que retrata o planeta como um universo de poeira e ferrugem – algo que contrasta de maneira eficaz com as cores fortes e a tecnologia impressionante que serão apresentadas a partir do segundo ato. Além disso, a ótima trilha de Thomas Newman foge das melodias engraçadinhas e ajuda a compor a atmosfera pós-apocalíptica do longa, incluindo, ainda, trechos de canções que normalmente não associaríamos a uma produção supostamente voltada para o público infantil, como “La Vie em Rose” (na voz de Louis Armstrong) e “Assim Falou Zaratustra” (mais conhecida como o “tema” de 2001: Uma Odisséia no Espaço). Estas opções narrativas, porém, se revelam mais do que adequadas, já que a alma do filme consiste na doce trajetória de duas criaturas que, criadas para seguirem cegamente suas diretrizes, gradualmente descobrem a própria individualidade e &#8211;  o mais importante – a magia que surge quando encontramos, no outro, algo que nos completa de alguma maneira.</p>
<p>Concebido como uma mistura do Número 5 de Um Robô em Curto-Circuito e o E.T. de Spielberg (percebam a similaridade no formato da cabeça, na extensão do pescoço e até mesmo em seu “coração” brilhante), WALL•E também é uma evidência de todas as lições que a Pixar aprendeu com os clássicos da Disney no que diz respeito à antropomorfização de qualquer tipo de criatura: animais, carros ou pedaços de lata – e seus olhos tristes e com “pupilas” dilatadas representam um exemplo básico de como encantar através da vulnerabilidade do personagem (lembrem-se da “carinha” do Gato de Botas, em Shrek 2, realizado pela concorrente PDI/DreamWorks). Mas, mais do que uma simples criação “bonitinha”, WALL•E exibe uma personalidade encantadora: curioso por natureza e solitário por imposição, ele revela uma pureza contagiante ao descobrir beleza nos mais prosaicos objetos, como um isqueiro de metal ou a embalagem de um anel de diamantes (o qual ele imediatamente joga fora).</p>
<p>Assim, quando se vê diante de EVA, que ele imediatamente reconhece como uma semelhante, o robô busca estabelecer um relacionamento que modelou a partir daquilo que considera como o “padrão” da interação humana: a seqüência musical “Put On Your Sunday Clothes” de Alô, Dolly, de 1969, e à qual ele assiste repetidamente em uma desgastada cópia em VHS. E demonstrando que uma comédia romântica (algo que WALL•E parcialmente é) não precisa repetir velhos clichês para funcionar, aqui a dinâmica entre o “casal” principal não depende de convenções como “brigam, mas se amam”, já que, em vez disso, vemos como WALL•E conquista EVA apenas com sua tocante personalidade: se inicialmente ela o encara apenas como um exemplar da “fauna” local, gradualmente percebe os atrativos do companheiro que, mesmo que a irrite ocasionalmente por não perceber a seriedade da situação na qual se envolveram, é indubitavelmente uma alma gentil e atenciosa. Aliás, não é nada estranho falar em “alma” ao discutir WALL•E, já que este personagem se mostra infinitamente mais humano do que a maioria absoluta das criaturas unidimensionais de carne-e-osso que costumam protagonizar as superproduções norte-americanas – e, neste sentido, as vozes criadas pelo veterano sound designer Ben Burtt (Star Wars) se revelam fundamentais no processo (e não é à toa que o citei em primeiro lugar ao listar o elenco, no início deste texto).</p>
<p>Demonstrando inteligência ao adotar um estilo de direção totalmente diferente daqueles exibidos em Vida de Inseto e Procurando Nemo, o cineasta Andrew Stanton compreende que, em WALL•E, uma abordagem mais realista tornaria a narrativa ainda mais urgente e ressonante e, assim, freqüentemente cria planos instáveis que simulam a câmera na mão, emprega o rack focus com propriedade e investe até mesmo em zooms rápidos que parecem indicar que algum elemento da ação ocorreu inesperadamente, obrigando o operador de câmera a fazer um ajuste rápido (como na cena em que o protagonista é atingido por vários carrinhos de supermercado). Além disso, Stanton cria seqüências de imensa poesia, permitindo que a simples beleza plástica domine momentaneamente a narrativa, como na seqüência em que WALL•E e EVA flutuam no espaço impulsionados pela espuma de um extintor de incêndio e por jatos violeta que se cruzam num balé que remete à Fantasia, de 1940. Isto não impede, também, que o diretor aposte em gags visuais menos sofisticadas, mas não menos divertidas, como ao revelar que até mesmo os depósitos de lixo da luxuosa nave Axioma contam com “ratos”. E se os filmes da PDI/DreamWorks costumam depender exageradamente de referências pop contemporâneas, transformando citações a produções recentes em uma de suas principais fontes de humor, WALL•E homenageia suas influências de forma infinitamente mais sutil e inteligente, como ao conceber o piloto automático AUTO como uma espécie de primo do HAL 9000 da obra-prima de Kubrick.</p>
<p>E se tudo que discuti anteriormente já serviria para estabelecer o filme como um clássico instantâneo, a surpresa se torna ainda mais agradável ao constatarmos que WALL•E também revela grandes ambições temáticas, como ao retratar os humanos do futuro como criaturas morbidamente obesas e tristemente inativas, numa crítica ácida às conseqüências de uma sociedade cada vez mais voltada ao consumo e que faz eco a argumentos semelhantes presentes no também fantástico As Bicicletas de Belleville. Impulsionados apenas pelo que lhes ordena a publicidade onipresente, os humanos se encontram cegos para a beleza à sua volta – e se o “modelo” de Alô, Dolly! defende a interação humana como fonte inesgotável de alegria, aqui os habitantes da Axioma jamais desgrudam os olhos das telas que os impedem de enxergarem uns aos outros.</p>
<p>Curiosamente, alguns vêm criticando a suposta hipocrisia de um filme que, patrocinado pela megacorporação Disney, ataca o consumismo. Ora, isto apenas enobrece ainda mais o longa, comprovando que, mesmo nas mais impessoais e opressoras corporações, ainda há indivíduos que, operando de dentro, não permitem que a lógica do lucro e da burocracia oprima valores intrínsecos à natureza humana, como a criatividade e o amor pelo novo. Aliás, isto reflete justamente a principal mensagem de WALL•E, o que não deixa de ser um exemplo da Vida e da Arte em sintonia num mesmo projeto, já que os humanos do filme também reencontram sua curiosidade intelectual graças a um produto da indústria: o próprio WALL•E.</p>
<p>Celebrando o valor da individualidade no que esta tem de melhor (não o egoísmo, mas a coragem de ser diferente), não é à toa que WALL•E acaba encontrando seus heróis num grupo de robôs “desajustados” – e, neste sentido, o filme de Andrew Stanton acaba se estabelecendo, ao lado de Os Incríveis e Ratatouille, como um dos mais adultos e intelectualmente ambiciosos produzidos pela Pixar, firmando-se como mais um clássico moderno entre tantos já realizados pelo fantástico estúdio de John Lasseter.</p>
<p><em>Pablo Villaça</em></p>
<p><strong>Curiosidades:</strong></p>
<p>- Wall-E, é na verdade a sigla para &#8220;Waste Allocation Load Lifters &#8211; Earth (Levantadores de Cargas Desnecessárias da Terra).</p>
<p>- E.V.E. é a sigla para Extraterrestrial Vegetation Evaluator (Exploradora de Vegetação Extrerrestre).</p>
<p>- O computador de navegação da nave chamada AUTO, é um trocadilho com auto-piloto, em inglês &#8220;AUTO-PILOT&#8221;.</p>
<p>- BNL, a sigla para a mega-corporação BUY N&#8217; LARGE do filme, pode ser traduzida como &#8220;COMPRE DE MONTÃO&#8221;. Uma crítica às empresas consumistas.</p>
<p>- AXIOMA é uma sentença ou proposição que não é provada ou demonstrada mas é considerada como óbvia e aceita como verdade. Sendo assim, verão que o nome é bem apropriado para a nave.</p>
<p>- A voz de AUTO, o piloto do AXIOMA, foi dublada pela Atriz Sigourney Waver, e depois transposto num programa chamado MacInTalk de síntese de falas, dando a sonoridade computadorizada do personagem.</p>
<p>- O teaser utiliza parte da trilha sonora composta por Michael Kamen para Brazil, o Filme (1985). O compositor seria o responsável pela trilha sonora de Os Incríveis (2004), também produzido pela Pixar, mas faleceu antes de concluir o serviço.</p>
<p><strong>Premiações:</strong></p>
<p>- Ganhou o Oscar de Melhor Filme de Animação, além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Roteiro Original, Melhor Som, Melhor Edição de Som, Melhor Canção Original (&#8220;Down to Earth&#8221; de Peter Gabriel) e Melhor Trilha Sonora.</p>
<p>- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme de Animação, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Canção Original (&#8220;Down to Earth&#8221;).</p>
<p>- Ganhou o BAFTA de Melhor Filme de Animação, além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Som e Melhor Trilha Sonora.</p>
<p>DOWNLOAD: <a href="http://www.4shared.com/file/120150367/487f6387/Wall-E2008.html">Torrent e Legenda</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/227/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=227&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Cinema, Aspirinas e Urubus (2005)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/cinema-aspirinas-e-urubus-2005/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/cinema-aspirinas-e-urubus-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 23:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[aspirinas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[paraiba]]></category>
		<category><![CDATA[urubus]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Em 1942, no meio do sertão nordestino, dois homens vindos de mundos diferentes se encontram. Um deles é Johann (Peter Ketnath), alemão fugido da 2ª Guerra Mundial, que dirige um caminhão e vende aspirinas pelo interior do país. O outro é Ranulpho (João Miguel), um homem simples que sempre viveu no sertão e que, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=194&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-191 aligncenter" title="cinema-aspirinas-e-urubus-poster01" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/07/cinema-aspirinas-e-urubus-poster01.jpg?w=344&#038;h=500" alt="cinema-aspirinas-e-urubus-poster01" width="344" height="500" /></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Em 1942, no meio do sertão nordestino, dois homens vindos de mundos diferentes se encontram. Um deles é Johann (Peter Ketnath), alemão fugido da 2ª Guerra Mundial, que dirige um caminhão e vende aspirinas pelo interior do país. O outro é Ranulpho (João Miguel), um homem simples que sempre viveu no sertão e que, após ganhar uma carona de Johann, passa a trabalhar para ele como ajudante. Viajando de povoado em povoado, a dupla exibe filmes promocionais sobre o remédio &#8220;milagroso&#8221; para pessoas que jamais tiveram a oportunidade de ir ao cinema. Aos poucos surge entre eles uma forte amizade.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação:</strong><br />
Felipe 10<br />
Junior<br />
Marcel<br />
Matheus 10<br />
</span></p>
<p><span id="more-194"></span></p>
<p><strong>Título Original:</strong> Cinema, Aspirinas e Urubus<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama<br />
<strong>Tempo de Duração:</strong> 90 minutos<br />
<strong>Ano de Lançamento (Brasil):</strong> 2005<br />
<strong>Site Oficial:</strong> <a href="http://www2.uol.com.br/urubus/pt/home.html" target="_blank">www2.uol.com.br/urubus/pt/home.html</a><br />
<strong>Estúdio:</strong> Dezenove Som e Imagens / Rec Produtores Associados<br />
<strong>Distribuição:</strong> Imovision<br />
<strong>Direção:</strong> Marcelo Gomes<br />
<strong>Roteiro:</strong> Marcelo Gomes, Paulo Caldas e Karim Aïnouz, inspirado em relato de viagem de Ranulpho Gomes<br />
<strong>Produção:</strong> Sara Silveira, Maria Ionescu e João Vieira Jr.<br />
<strong>Música:</strong> Tomás Alves de Souza<br />
<strong>Fotografia:</strong> Mauro Pinheiro<br />
<strong>Desenho de Produção:</strong> Dedete Parente Costa<br />
<strong>Direção de Arte:</strong> Marcos Pedroso<br />
<strong>Figurino:</strong> Beto Normal<br />
<strong>Edição:</strong> Karen Harley</p>
<p><strong>Elenco:</strong><br />
Peter Ketnath (Johann)<br />
João Miguel (Ranulpho)<br />
Hermila Guedes (Jovelina)<br />
Oswaldo Mil (Claudionor Assis)<br />
Irandhir (Manoel)<br />
Fabiana Pirro (Adelina)<br />
Verônica Cavalcanti (Maria da Paz)<br />
Daniela Câmera (Neide)<br />
Paula Francinete (Lindalva)<br />
Sandro Guerra (Homem da cabra)<br />
Madalena Accioly (Mulher da cabra)<br />
Arílson Lopes (Dono do posto de gasolina)<br />
José Leite (Dono do restaurante)<br />
Zezita Matos (Dona da galinha)<br />
Francisco Figueiredo (Rapaz na estrada)<br />
Mano Fialho (Caçador)<br />
Lúcia do Acordeão (Sanfoneira)<br />
Jorge Clésio (Funcionário dos Correios)<br />
Nanego Lira (Funcionário da estação de trem)</p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/cinema-aspirinas-e-urubus-2005/"><img src="http://img.youtube.com/vi/iruX5aGznlI/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><strong>Crítica:</strong></p>
<p>Seja para abordar qualquer assunto ou simplesmente retratar as peculiaridades do universo sertanejo, o sertão nordestino parece sempre exercer forte fascínio sobre cineastas. Afinal, por sua natureza social e cultural, as figuras do semi-árido, suas casas, os animais, a vegetação e outros elementos do cenário sertanejo rendem boas histórias quando transportados para o cinema, aí adentrando um contexto – o da vida urbana, citadina – que é bem oposto a esses elementos.</p>
<p>Numa abordagem quase metalingüística deste processo, <strong>Cinema, Aspirinas e Urubus</strong> faz o registro visual de um sertão bem mais sóbrio – porém não menos divertido – do que aqueles retratados por comédias regionais. O filme conta a história de Johann (Peter Ketnath), alemão que fugiu do país de origem nos auges da 2ª Guerra e chegou ao Brasil, onde percorre regiões inteiras vendendo aspirinas. O sucesso de sua empreitada está no modo como ele faz a publicidade do produto: projetando propagandas no meio de vilarejos, ao ar livre, e encantando os moradores, que, nunca antes tendo visto imagens em movimento, acreditam tratar-se de um medicamento de outro mundo.</p>
<p>Durante a viagem, Johann encontra Ranulpho, representante dos insatisfeitos com a vida; o brasileiro se junta ao alemão, na esperança de esbarrar em uma vida melhor, e os dois dividem projeções, fecham acordos com desconhecidos para a venda de mais aspirina e reclamam da vida que levavam: para Johann, nada é pior que a guerra; para Ranulpho, nada é pior que o sertão.</p>
<p>O enredo cabe em um curta-metragem, mas a direção de Marcelo Gomes o desdobra e alcança um tom de relato visual, que observa, registra e deixa as conclusões para a platéia. É de forma bem direta, portanto, que disseca, a seu modo, um sertão inóspito e encantador. A pouca cerimônia ronda também as interpretações, bem sinceras, e chega a muitas das personagens, que sequer têm nome.</p>
<p>Se na película falta um conteúdo marcante no enredo, ela se salva pelo cativante trabalho técnico e escapa da monotonia através de um poderoso arsenal de imagens límpidas e impressionantes. Um trabalho criativo de edição produziu efeitos simples e muito funcionais para a retratação do sertão, que aparece geralmente bastante iluminado, quase inteiramente branco. O caráter de road-movie é acentuado pela câmera livre, freqüentemente muito próxima dos atores, e pelas cenas ao ar livre e na estrada. O grande valor da imagem intensifica-se à medida que o filme torna-se mais contemplativo, e, portanto, mais silencioso, usando músicas da própria cena – e não uma trilha sonora – para arrematar os diálogos concisos.</p>
<p>Cinema, Aspirinas e Urubus não é exatamente o melhor nacional, mas é um achado que se destaca em meio a tantas produções comerciais e recicláveis de que ultimamente se serviu o cinema brasileiro. Aparentemente, o sertão continua sendo a principal fonte da verve dos bons cineastas, que o transformam em inesgotável criadouro de bons filmes. Se fomentado por câmeras, visões e imaginações como as de Marcelo Gomes, então, o cinema nacional estará mais que bem servido. (<a href="http://www.cineplayers.com/critica.php?id=672" target="_blank">Flávio Augusto</a>. 08/03/2006)</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/119687730/cf30243d/CinemaAspirinaseUrubusDVDRipXviD.html" target="_blank">Download</a> do arquivo torrent.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/194/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=194&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Labirinto do Fauno (2006)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/o-labirinto-do-fauno-2006/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/o-labirinto-do-fauno-2006/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 21:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guillermo Del Toro]]></category>
		<category><![CDATA[espanha]]></category>
		<category><![CDATA[fauno]]></category>
		<category><![CDATA[labirinto]]></category>
		<category><![CDATA[méxico]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=216&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-217 aligncenter" title="pans-labyrinth" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/07/pans-labyrinth.jpg?w=374&#038;h=534" alt="pans-labyrinth" width="374" height="534" /></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta. Ganhou 3 Oscars, nas categorias de Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhor Maquiagem. Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Roteiro Original e Melhor Trilha Sonora.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação:</strong><br />
Felipe 8<br />
Junior<br />
Marcel 9<br />
Matheus 9<br />
</span></p>
<p><span id="more-216"></span></p>
<p><strong>Título Original:</strong> El Laberinto del Fauno<br />
<strong>Gênero:</strong> Suspense<br />
<strong>Tempo de Duração: </strong>112 minutos<br />
<strong>Ano de Lançamento (México / Espanha / EUA):</strong> 2006<br />
<strong>Site Oficial:</strong> <a href="http://www.panslabyrinth.com/" target="_blank">www.panslabyrinth.com</a><br />
<strong>Estúdio:</strong> Warner Bros. Pictures / Telecinco / Estudios Piccaso / Tequila Gang / Esperanto Filmoj / OMM / Sententia Entertainment<br />
<strong>Distribuição:</strong> Warner Bros. Pictures<br />
<strong>Direção:</strong> Guillermo del Toro<br />
<strong>Roteiro:</strong> Guillermo del Toro<br />
<strong>Produção:</strong> Álvaro Augustín, Alfonso Cuarón, Bertha Navarro, Guillermo del Toro e Frida Torresblanco<br />
<strong>Música:</strong> Javier Navarrete<br />
<strong>Fotografia:</strong> Guillermo Navarro<br />
<strong>Desenho de Produção: </strong>Eugenio Caballero<br />
<strong>Figurino:</strong> Lala Huete e Rocío Redondo<br />
<strong>Edição:</strong> Bernat Vilaplana<br />
<strong>Efeitos Especiais:</strong> CafeFX</p>
<p><strong>Elenco</strong>:<br />
Ivana Baquero (Ofelia)<br />
Doug Jones (Fauno / Homem pálido)<br />
Sergi López (Capitão Vidal)<br />
Ariadna Gil (Carmen)<br />
Maribel Verdú (Mercedes)<br />
Álex Angulo (Médico)<br />
Roger Casamajor (Pedro)<br />
César Vea (Serrano)<br />
Federico Luppi (Casares)<br />
Manolo Solo (Garcés)</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/o-labirinto-do-fauno-2006/"><img src="http://img.youtube.com/vi/M09mCcVgrsA/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><strong>Crítica:</strong></p>
<p>Em 2001, o cineasta mexicano Guillermo del Toro realizou um dos mais belos filmes já produzidos sobre as terríveis conseqüências da Guerra Civil Espanhola, que durou entre 1936 e 1939, consumiu centenas de milhares de vidas e mergulhou o país em um caos econômico do qual só sairia décadas depois, deixando cicatrizes profundas também nas gerações seguintes. Combinando realidade e fantasia, <em>A Espinha do Diabo</em> usava sua história de fantasmas não apenas como base para o suspense, mas também como metáfora forte e angustiante do mundo além do orfanato habitado pelo pequeno Carlos. Agora, cinco anos depois, del Toro lança uma obra igualmente poderosa que, em tom e tema, é praticamente uma continuação daquele filme (e ambos dividem com <em>Almas Gêmeas</em>, de Peter Jackson, estascaracterísticas narrativas de fuga de uma realidade triste através da fantasia).</p>
<p>Escrito pelo próprio diretor ao lado de Antonio Trashorras e David Muñoz (o mesmo trio de <em>A Espinha do Diabo</em>), <em>O Labirinto do Fauno </em>se passa em 1944, quando o regime nacionalista de Franco já se consolidou, enfrentando apenas resistências pontuais de pequenos grupos republicanos. Viajando com a mãe grávida para um posto militar no Norte da Espanha, a jovem Ofélia (Baquero, incrivelmente talentosa e expressiva) sabe que será obrigada a conviver com o padrasto, o desprezível Capitão Vidal (López), com quem sua mãe se casou a fim de ter um pouco mais de segurança em um país dominado pela incerteza. Enquanto o sujeito se preocupa em capturar rebeldes locais, Ofélia explora os arredores e acaba encontrando um labirinto, no centro do qual reside um Fauno (Jones) que a reconhece como herdeira do trono do Mundo Subterrâneo, desafiando-a a realizar três perigosas tarefas que, se cumpridas, comprovarão sua identidade.</p>
<p>Fotografado de maneira brilhante por Guillermo Navarro, <em>O Labirinto do Fauno</em> nos apresenta a um universo sempre triste, sombrio e ameaçador – e o pessimismo que atravessa a história pode ser simbolizado pela flor que, embora ofereça a imortalidade em suas pétalas, é totalmente cercada por espinhos venenosos, numa metáfora clara dos sonhos de felicidade de Ofélia, sempre frustrados por uma realidade dolorosa e intransponível. É curioso, também, que del Toro vista a protagonista, em certo momento, com uma roupa idêntica à de Alice, trocando apenas o alegre azul por um deprimente verde, já que não há absolutamente nada de “maravilhoso” na trajetória da menina.</p>
<p>Constantemente deslocando-se entre a realidade e o mundo fantasioso oferecido pelo Fauno, Ofélia parece temer com maior intensidade o próprio padrasto do que as pavorosas criaturas que é levada a enfrentar pelo ser &#8211; e com razão: irmão de alma do Amon Goeth vivido por Ralph Fiennes em <em>A Lista de Schindler</em>, o Capitão Vidal é um homem sádico e frio cuja obsessão pela precisão mecânica de suas ações se reflete no cuidado com que mantém um relógio e também em sua rotina imutável, que inclui a maneira detalhada com que lida com o próprio barbear (e sua natureza demoníaca é ilustrada, em certo momento, por um plano no qual o vemos envolto pela luz flamejante que sai da lareira diante da qual se encontra). Assim, embora visualmente remeta às fábulas, <em>O Labirinto do Fauno</em> traz, como vilão, uma figura plausível do ponto de vista histórico, numa combinação que atinge seu auge na cena que, banhado por uma Lua saída de conto de fadas e um céu lindamente estrelado, o capitão desfigura um rebelde com vários golpes violentos, num plano contínuo que me fez lembrar do ataque com o extintor de incêndio em <em>Irreversível</em>.</p>
<p>Del Toro, aliás, sempre demonstrou preferência por imagens absurdamente gráficas e pela escatologia – duas características fartamente presentes neste longa e ainda mais potencializadas pela utilização de ótimos efeitos visuais. Da mesma forma, a excepcional maquiagem concebida pela equipe do veterano José Quetglás é responsável por dar vida a criaturas incrivelmente imaginativas e perturbadoras, do Fauno interpretado por Doug Jones ao pavoroso ser que, para enxergar, precisa colocar as mãos abertas diante da cabeça, já que seus olhos se encontram em suas palmas. Além disso, os magníficos cenários se revelam fundamentais para que mergulhemos, ao lado de Ofélia, naquele mundo mágico e assombroso (e é claro que o labirinto vivo logo dá origem a uma homenagem declarada a <em>O Iluminado</em>).</p>
<p>Triste como <em>A Espinha do Diabo</em>, <em>O Labirinto do Fauno</em> é uma obra de força inegável e de poética melancolia, encerrando-se com uma nota ambígua que levará o espectador a refletir profundamente sobre o que acabou de testemunhar – e, dependendo da interpretação encontrada por cada um (a minha se assemelha à oferecida por este filme), o novo trabalho de Guillermo del Toro poderá ser visto como triste fantasia ou trágica realidade. De uma maneira ou de outra, não há espaço para a alegria em sua narrativa. (<em><a href="http://www.cinemaemcena.com.br/Impressao.aspx?TIPO=critica&amp;ID=6648">Pablo Villaça</a>, 30 de Novembro de 2006)</em></p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/119875081/4cdfe5cf/PansLabyrinth2006DvDripEngSub.html">Download</a> do arquivo torrent.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/216/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=216&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">pans-labyrinth</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>As Virgens Suicidas (1999)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/as-virgens-suicidas-1999/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/as-virgens-suicidas-1999/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 13:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sofia Coppola]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Durante a década de 70, o filme enfoca os Lisbon, uma família saudável e próspera que vive num bairro de classe média de Michigan. O sr. Lisbon (James Woods) é um professor de matemática e sua esposa é uma rigorosa religiosa, mãe de cinco atraentes adolescentes, que atraem a atenção dos rapazes da região. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=196&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://vod.mk2.com/movie_imgs/hd/virgin-suicides.jpg" alt="" width="202" height="270" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p><strong>Sinopse:</strong><br />
Durante a década de 70, o filme enfoca os Lisbon, uma família saudável e próspera que vive num bairro de classe média de Michigan. O sr. Lisbon (James Woods) é um professor de matemática e sua esposa é uma rigorosa religiosa, mãe de cinco atraentes adolescentes, que atraem a atenção dos rapazes da região. Porém, quando Cecília (Hanna R. Hall), de apenas 13 anos, comete suicídio, as relações familiares se decompõem rumo a um crescente isolamento e superproteção das demais filhas, que não podem mais ter qualquer tipo de interação social com rapazes. Mas a proibição apenas atiça ainda mais as garotas a arranjarem meios de burlar as rígidas regras de sua mãe.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação:</strong><br />
Felipe 8<br />
Junior<br />
Marcel<br />
Matheus</span></p>
<p><span id="more-196"></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação</strong><br />
Felipe 8<br />
Junior<br />
Marcel<br />
Matheus</span></p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong><br />
Título Original: The Virgin Suicides<br />
Gênero: Drama<br />
Tempo de Duração: 97 minutos<br />
Ano de Lançamento (EUA): 2000<br />
Direção: Sofia Coppola<br />
Roteiro: Sofia Coppola, baseado em livro de Jeffrey Eugenides<br />
Produção: Francis Ford Coppola, Julie Costanzo, Dan Halsted e Chris Hanley<br />
Direção de Fotografia: Edward Lachman<br />
Desenho de Produção: Jasna Stefanovic<br />
Direção de Arte: Jon P. Goulding<br />
Figurino: Nancy Steiner<br />
Edição: Melissa Kent e James Lyons<br />
Estúdio: American Zoetrope e Muse Productions<br />
Distribuição: Paramount Pictures</p>
<p><strong>Elenco:</strong><br />
James Woods (Sr. Lisbon)<br />
Kathleen Turner (Sra. Lisbon)<br />
Kirsten Dunst (Lux Lisbon)<br />
Josh Hartnett (Trip Fontaine)<br />
Hanna R. Hall (Cecilia Lisbon)<br />
Chelse Swain (Bonnie Lisbon)<br />
A.J. Cook (Mary Lisbon)<br />
Leslie Heyman (Therese Lisbon)<br />
Danny DeVito (Dr. Hornicker)<br />
Scott Glenn (Padre Moody)<br />
Jonathan Tucker (Tim)<br />
Anthony DeSimone (Chase)<br />
Giovanni Ribisi (Narrador &#8211; voz)<br />
Hayden Christensen</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/22/as-virgens-suicidas-1999/"><img src="http://img.youtube.com/vi/fbz4-du3Ayg/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Download: <a href="http://www.megaupload.com/?d=QGMT2165">Torrent e Legenda</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/196/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=196&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

		<media:content url="http://vod.mk2.com/movie_imgs/hd/virgin-suicides.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>As Horas(2002)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/19/as-horas2002/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/19/as-horas2002/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 23:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juniorcandido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Stephen Daldry]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[As Horas]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Julianne Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Cunningham]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Em 1929, Virginia Woolf (Nicole Kidman) está começando a escrever seu livro, “Mrs. Dalloway”, sob os cuidados de seus médicos e familiares. Em 1951, Laura Brown (Julianne Moore) está preparando algo para o aniversário de seu marido. Entretanto, encontra-se ocupada pois está lendo o livro escrito por Virginia, o mesmo “Mrs. Dalloway”. Em 2001, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=179&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-180" title="as-horas" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/07/as-horas3.jpg?w=468&#038;h=733" alt="as-horas" width="468" height="733" /></p>
<p>Sinopse: Em 1929, Virginia Woolf (Nicole Kidman) está começando a escrever seu livro, “Mrs. Dalloway”, sob os cuidados de seus médicos e familiares. Em 1951, Laura Brown (Julianne Moore) está preparando algo para o aniversário de seu marido. Entretanto, encontra-se ocupada pois está lendo o livro escrito por Virginia, o mesmo “Mrs. Dalloway”. Em 2001, Clarissa Vaughn (Meryl Streep) está preparando uma festa para seu melhor amigo, um famoso autor que está morrendo de AIDS. Sendo tomada em apenas um dia, todas as três histórias estão interligadas com o livro mencionado: uma personagem está escrevendo-o, outra está lendo e outra está vivendo a história, respectivamente.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Felipe 9<br />
Junior 9<br />
Marcel 8<br />
Matheus</span></p>
<p><span id="more-179"></span></p>
<h2>Ficha Técnica</h2>
<p><strong>As Horas </strong><br />
(&#8220;The Hours&#8221;)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama<br />
<strong>Produção:</strong> EUA, 2002<br />
<strong>Duração:</strong> 115 min (colorido)<br />
<strong>Direção:</strong> Stephen Daldry<br />
<strong>Roteiro:</strong> David Hare (baseado no romance homônimo de Michael Cunningham)<br />
<strong>Elenco:</strong> Nicole Kidman, Meryl Streep, Julianne Moore, Ed Harris, John C. Reilly, Miranda Richardson, Claire Daines, entre outros<br />
<strong>Fotografia:</strong> Seamus McGarvey<br />
<strong>Direção de arte:</strong> Maria Djurkovic<br />
<strong>Música:</strong> Philip Glass</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/19/as-horas2002/"><img src="http://img.youtube.com/vi/JGUGkSiGGV4/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Comentários:</p>
<p>Uma inconstante e parcialmente lúcida Virgínia Woolf escreve seu primeiro grande romance, Miss Dalloway, na década de 20. Laura Brown, uma típica dona de casa nos anos 50 lê esse mesmo romance enquanto tenta não sucumbir na sua própria desilusão. Em 2001, Clarissa é a própria imagem da Miss Dalloway.</p>
<p>A verdade é que essas três personagens, aparentemente distintas, têm mais em comum do que podem aparentar, chegando a certo ponto de parecerem fragmentos de uma personagem só. Ligadas unicamente por uma linha tênue, triste e trágica do desejo da fuga da “vida” pela vida. Como se estivessem encurraladas e sufocadas, uma pelo excesso de cuidados e a perda eminente da lucidez, outra pelo gosto alcalino da vida que vive e a última pelo desespero de ter de começar a virar os olhos pra si mesma.</p>
<p>É impressionante o modo como o autor Michael Cunningham conseguiu conectar a vida de três mulheres em épocas distintas de forma tão sublime. Mas mais intrigante ainda foi a maneira como o roteirista David Hare e o diretor Stephen Daldry conseguiram transpor e conduzir uma obra tão complexa e cheia de subentendidos de modo tão genial. Um trabalho onde o menor descuido possível colocaria tudo a perder, tornando-se apenas mais um discurso dramático e impreciso sobre vida e morte.</p>
<p>Não poderia terminar sem dizer que As Horas é um dos filmes que mais mexe com meus sentimentos. E um dos motivos de eu gostar tanto é por saber que após o fim, ainda ficará muito para refletir e tentar entender um pouco mais sobre aqueles personagens tão próximos ou tão parecidos com nós mesmos que acabamos por não enxergar isso. E uma das muitas mensagens que fica é que, independente de quem você é, em algum momento da vida já se sentiu ou se sentirá sufocado com seu próprio ser e estar. E que todos estamos na mesma. Inebriados pela verdade absoluta da inconstância do ser.</p>
<p>Download do filme por torrent: <a href="http://www.megaupload.com/?d=GUTIBJOC">http://www.megaupload.com/?d=GUTIBJOC</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/179/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=179&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Jogo de Cena (2007)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/19/jogo-de-cena-2007/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/19/jogo-de-cena-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 17:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eduardo Coutinho]]></category>
		<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[andréa beltrão]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[fernanda torres]]></category>
		<category><![CDATA[marília pêra]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Atendendo a um anúncio de jornal, 83 mulheres contaram sua história de vida em um estúdio. 23 delas foram selecionadas, em junho de 2006, sendo filmadas no Teatro Glauce Rocha. Em setembro do mesmo ano várias atrizes interpretaram, a seu modo, as histórias contadas por estas mulheres. Avaliação Felipe 10 Junior Marcel Matheus 10 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=165&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter" src="http://reinaux.files.wordpress.com/2009/03/jogo-de-cena.jpg?w=383&#038;h=540" alt="" width="383" height="540" /></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Atendendo a um anúncio de jornal, 83 mulheres contaram sua história de vida em um estúdio. 23 delas foram selecionadas, em junho de 2006, sendo filmadas no Teatro Glauce Rocha. Em setembro do mesmo ano várias atrizes interpretaram, a seu modo, as histórias contadas por estas mulheres.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação</strong><br />
Felipe 10<br />
Junior<br />
Marcel<br />
Matheus 10<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><span id="more-165"></span><br />
</span></p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong><br />
Direção: Eduardo Coutinho<br />
Gênero: Documentário<br />
Tempo de Duração: 105 minutos<br />
Ano de Lançamento (Brasil): 2007<br />
Produção: Raquel Freire Zangrandi e Bia Almeida<br />
Fotografia: Jacques Cheuiche<br />
Edição: Jordana Berg<br />
Estúdio: Videofilmes / Matizar<br />
Distribuição: Videofilmes</p>
<p><strong>Elenco:</strong><br />
Marília Pêra<br />
Mary Sheyla<br />
Andréa Beltrão<br />
Fernanda Torres<br />
Aleta Gomes Vieira<br />
Claudiléa Cerqueira de Lemos<br />
Débora Almeida<br />
Gisele Alves Moura<br />
Jeckie Brown<br />
Lana Guelero<br />
Maria de Fátima Barbosa<br />
Marina D&#8217;Elia<br />
Sarita Houli Brumer</p>
<!--YouTube Error: bad URL entered-->
<p><strong>Comentário:</strong><br />
Jogo de Cena é uma brincadeira. O título que o filme recebeu internacionalmente, “Playing”, é perfeito para o formato e a atmosfera que o diretor Eduardo Coutinho cria aqui. Coutinho que é um dos maiores documentaristas do Brasil –fez filmes como O Fim e o Princípio, Cabra Marcado Pra Morrer e Edifício Master- brinca aqui com a idéia de atuação e veracidade de personagens. Um anúncio foi colocado em jornais e cartazes nas ruas para recrutar mulheres que tivessem alguma história para contar; não era necessário que fosse uma história de vida, bastava que fosse um fato marcante. 80 mulheres aparecerem e 23 histórias foram selecionadas.<br />
Dessas histórias, algumas foram interpretadas por atrizes, conhecidas ou não, e foram adicionadas ao filme, porém algumas dessas atrizes contam também sua própria história de vida, e alguma das mulheres desconhecidas também é uma atriz. A brincadeira está na dúvida de quem é atriz, quem interpreta alguém, quem fala de si próprio. E diferentemente dos documentários “normais”, Jogo de Cena tem a presença constante de Coutinho entrevistando essas mulheres, o diretor é mais um personagem na farsa criada por ele mesmo. Um filme para ver, se emocionar e debater exaustivamente.</p>
<p><strong>Leia mais sobre Jogo de Cena:</strong> <a href="http://www.cinereporter.com.br/dvd/jogo-de-cena/">http://www.cinereporter.com.br/dvd/jogo-de-cena/</a></p>
<p><a href="http://www.omelete.com.br/cine/100008686/Jogo_de_Cena___Mostra_Internacional_de_Cinema_de_Sao_Paulo.aspx">http://www.omelete.com.br/cine/100008686/Jogo_de_Cena___Mostra_Internacional_de_Cinema_de_Sao_Paulo.aspx</a></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;"><a href="http://www.omelete.com.br/cine/100008686/Jogo_de_Cena___Mostra_Internacional_de_Cinema_de_Sao_Paulo.aspx">Download AQUI</a></span></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=165&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<media:content url="http://reinaux.files.wordpress.com/2009/03/jogo-de-cena.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Milk &#8211; A Voz da Igualdade (2008)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/19/milk-a-voz-da-igualdade-2008/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/19/milk-a-voz-da-igualdade-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 06:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gus Van Sant]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Início dos anos 70. Harvey Milk (Sean Penn) é um nova-iorquino que, para mudar de vida, decidiu morar com seu namorado Scott (James Franco) em San Francisco, onde abriram uma pequena loja de revelação fotográfica. Disposto a enfrentar a violência e o preconceito da época, Milk busca direitos iguais e oportunidades para todos, sem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=153&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-154" title="milk_ver2" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/07/milk_ver2.jpg?w=468&#038;h=662" alt="milk_ver2" width="468" height="662" /></p>
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>Início dos anos 70. Harvey Milk (Sean Penn) é um nova-iorquino que, para mudar de vida, decidiu morar com seu namorado Scott (James Franco) em San  Francisco, onde abriram uma pequena loja de revelação fotográfica. Disposto a enfrentar a violência e o preconceito da época, Milk busca direitos iguais e oportunidades para todos, sem discriminação sexual. Com a colaboração de amigos e voluntários (não necessariamente homossexuais), Milk entra numa intensa batalha política e consegue ser eleito para o Quadro de Supervisor da cidade de San Francisco em 1977, tornando-se o primeiro gay assumido a alcançar um cargo público de importância nos Estados Unidos.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação</strong><br />
Felipe 9<br />
Junior 8<br />
Marcel 8<br />
Matheus 10<br />
</span></p>
<p><span id="more-153"></span></p>
<p><strong>Título Original:</strong> Milk<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama<br />
<strong>Tempo de Duração:</strong> 128 minutos<br />
<strong>Ano de Lançamento (EUA):</strong> 2008<br />
<strong>Site Oficial:</strong> <a href="http://www.milkthemovie.com/">www.milkthemovie.com</a><br />
<strong>Estúdio:</strong> Focus Features / Axon Films / Jinks/Cohen Company / Groundswell Productions<br />
<strong>Distribuição: </strong>Paramount Pictures / UIP<br />
<strong>Direção:</strong> Gus Van Sant<br />
<strong>Roteiro: </strong>Dustin Lance Black<br />
<strong>Produção:</strong> Bruce Cohen, Dan Jinks e Michael London<br />
<strong> Música:</strong> Danny Elfman<br />
<strong> Fotografia:</strong> Harris Savides<br />
<strong>Desenho de Produção:</strong> Bill Groom<br />
<strong>Direção de Arte:</strong> Charley Beal<br />
<strong>Figurino: </strong>Danny Glicker<br />
<strong> Edição:</strong> Elliot Graham</p>
<p><strong> Elenco:</strong><br />
Sean Penn (Harvey Milk)<br />
Emile Hirsch (Cleve Jones)<br />
Josh Brolin (Dan White)<br />
Diego Luna (Jack Lira)<br />
James Franco (Scott Smith)<br />
Alison Pill (Anne Kronenberg)<br />
Victor Garber (Prefeito George Moscone)<br />
Dennis O&#8217;Hare (Senador John Briggs)<br />
Joseph Cross (Dick Pabish)<br />
Stephen Spinella (Rick Stokes)<br />
Lucas Grabeel (Danny Nicoletta)<br />
Brandon Boyce (Jim Rivaldo)<br />
Howard Rosenman (David Goodstein)<br />
Kelvin Yu (Michael Wong)<br />
Jeff Koons (Art Agnos)<br />
Cleve Jones (Don Amador)</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/19/milk-a-voz-da-igualdade-2008/"><img src="http://img.youtube.com/vi/kOCx5Bht9io/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Milk é, com certeza, um dos filmes mais marcantes de 2008. Diferente da maioria dos filmes que falam sobre homossexualismo, a obra de Gus Van Sant não banaliza o gay e seus costumes. Direto, sensível e extremamente real, o roteiro é formado por uma grande teia de acontecimentos e diálogos marcantes, os quais retratam a vida de Harvey Milk (interpretado belissimamente por Sean Penn), o primeiro homossexual declarado a ser eleito para um cargo público na Califórnia, como membro da Câmara de Supervisores de São Francisco.</p>
<p>O filme não vem mostrar somente as realizações e atos de coragem de Milk, mas mostra o ser humano que ele foi, suas irrealizações, seus medos, sua vontade de ser visto como uma pessoa normal, e principalmente, que ele não lutava pela vitória, mas sim pela união das pessoas com interesses equivalentes, uma união que resultaria numa mudança histórica, que visou direitos humanos a todos, brancos e negros, homo e heterossexuais. Milk foi um dos grandes responsáveis pela descriminalização do homossexual, sendo que, hoje, essas pessoas podem trabalhar, estudar e viver sem serem esmagadas pela mão da maioria preconceituosa.</p>
<p>Ganhador do oscar de melhor ator, Sean Penn provou mais uma vez que é um senhor-ator que deve ser respeitado por tamanho talento, fazendo com que seu personagem não parecesse vulgar, mas sim, uma pessoa aberta, inteligente e, acima de tudo, humana.</p>
<p>Com o orçamento estimado em apenas US$ 15 milhões, Milk é um filme que emociona durante as duas horas de sessão, tendo o ápice dessa emoção concentrado em seus momentos finais. Sem clichês ou pieguices, Milk, com certeza, foi uma das melhores cinebiografias já feitas, sem público alvo ou tentativas de críticas mal construídas, necessário na lista de qualquer cinéfilo.</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/119086281/33ed8bf3/Milk-AVozdaIgualdade2008DualAudio.html">Download</a> do arquivo torrent via 4shared.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/pegaaquinomeublog.wordpress.com/153/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=153&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">crzmatheus</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/07/milk_ver2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">milk_ver2</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O Lutador (2008)</title>
		<link>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/18/o-lutador-2009/</link>
		<comments>http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/18/o-lutador-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 00:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelcamp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Darren Aronofsky]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[aronofsky]]></category>
		<category><![CDATA[evan rachel wood]]></category>
		<category><![CDATA[marisa tomei]]></category>
		<category><![CDATA[mickey rourke]]></category>

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		<description><![CDATA[Randy &#8220;Carneiro&#8221; Robinson (Mickey Rourke) é um solitário e famoso lutador de wrestler que se sustenta através das lutas e também de &#8220;bicos&#8221; que faz em um mercado local. Após um intenso combate, Randy sofre um infarto e, depois de uma cirurgia, é informado que corre risco de morte se voltar a praticar atividades físicas. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pegaaquinomeublog.wordpress.com&amp;blog=8579426&amp;post=141&amp;subd=pegaaquinomeublog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-140 aligncenter" title="lutador" src="http://pegaaquinomeublog.files.wordpress.com/2009/07/lutador.jpg?w=421&#038;h=624" alt="lutador" width="421" height="624" /></p>
<p>Randy &#8220;Carneiro&#8221; Robinson (Mickey Rourke) é um solitário e famoso lutador de wrestler que se sustenta através das lutas e também de &#8220;bicos&#8221; que faz em um mercado local. Após um intenso combate, Randy sofre um infarto e, depois de uma cirurgia, é informado que corre risco de morte se voltar a praticar atividades físicas. Assustado, ele procura dividir sua angústia com uma stripper (Marisa Tomei), por quem nutre um desejo e, que o ajuda a retomar o contato com Stephanie (Evan Rachel Wood), a filha abandonada por ele. Dividido entre um passado de glória e um futuro incerto, Randy se vê pressionado a retornar ao ringue para uma importante revanche que pode mudar a sua vida.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Avaliação:</strong><br />
Felipe 9<br />
Junior<br />
Marcel 10<br />
Matheus</span></p>
<p><span id="more-141"></span></p>
<p><strong>Trailer:</strong></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://pegaaquinomeublog.wordpress.com/2009/07/18/o-lutador-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/61-GFxjTyV0/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Título Original: The Wrestler<br />
Gênero: Drama<br />
Tempo de Duração: 115 minutos<br />
Ano de Lançamento (EUA): 2008<br />
Site Oficial: www.foxsearchlight.com/thewrestler<br />
Estúdio: Protozoa Pictures / Saturn Films<br />
Distribuição: Paris Filmes<br />
Direção: Darren Aronofsky<br />
Roteiro: Robert D. Siegel<br />
Produção: Scott Franklin e Darren Aronofsky<br />
Música: Clint Mansell<br />
Fotografia: Maryse Alberti<br />
Desenho de Produção: Tim Grimes<br />
Direção de Arte: Matthew Munn<br />
Figurino: Amy Westcott<br />
Edição: Andrew Weisblum<br />
Efeitos Especiais: LOOK! Effects / Tinsley Transfers</p>
<p><strong>Elenco</strong><br />
Mickey Rourke (Randy &#8220;Carneiro&#8221; Robinson)<br />
Marisa Tomei (Cassidy)<br />
Evan Rachel Wood (Stephanie Robinson)<br />
Mark Margolis (Lenny)<br />
Todd Barry (Wayne)<br />
Wass Stevens (Nick Volpe)<br />
Judah Friedlander (Scott Brumberg)<br />
Ernest Miller (Aiatolá)<br />
Tommy Farra (Tommy Rotten)<br />
Mike Miller (Lex Lethal)<br />
John D&#8217;Leo (Adam)<br />
Ron Killings (Ron Killings)<br />
Dylan Keith Summers<br />
Filme pra macho!</p>
<p><strong>Crítica:</strong><br />
As costas de Mickey Rourke – esta é uma imagem recorrente em O Lutador. Filmado com a câmera constantemente na mão, o novo longa de Darren Aronofsky transforma o ato de seguir o ator enquanto este caminha à nossa frente em verdadeira base da abordagem estética e narrativa da história. E esta é a opção apropriada, já que, adotando um estilo que remete ao documentário (incluindo os freqüentes cortes secos e a utilização de atores não-profissionais como figurantes e em vários papéis secundários), o cineasta busca transmitir a impressão de estar registrando os vários incidentes da vida do lutador Randy “The Ram” Robinson à medida que estes ocorrem, como se estivéssemos mergulhando realmente no universo da luta livre e testemunhando, de quebra, o triste cotidiano do protagonista.</p>
<p>Escrito por Robert Siegel, o filme começa com uma colagem de recortes que ilustram o sucesso colossal atingido por Randy durante a década de 80, quando se tornou ídolo dos fãs de luta livre e parecia ter um futuro promissor – exatamente como seu intérprete, Rourke. Ambos, porém, se transformaram em promessas não realizadas não por falta de talento (que têm de sobra), mas em função de decisões equivocadas e, principalmente, da forma destrutiva com que conduziram suas vidas pessoais. Assim, quando logo depois desta montagem inicial ouvimos a tosse de Randy e o reencontramos, vinte anos depois, sozinho num camarim improvisado em uma escola infantil, estamos vendo não só o personagem, mas também a triste realidade de um ator que, de favorito dos grandes cineastas, transformou-se num pária que passou anos ganhando a vida em filmes baratos.</p>
<p>Não é à toa, aliás, que Aronofsky demora a revelar o rosto de Randy; de certa forma, ele está nos preparando, também, para o reencontro chocante com Rourke, que, de jovem bonito, transformou-se num homem de meia-idade cuja face repleta de marcas escancara o resultado de anos de dores, decepções e autodestruição. Isto, claro, se reflete em Randy, o personagem, que pode até dedicar tempo ao cabelo e ao bronzeamento artificial, mas cuja forma física impecável é, em boa parte, resultado do uso brutal dos anabolizantes que consomem seu coração – e não há exercício físico que possa compensar as décadas de maus tratos no ringue, como evidenciam sua respiração pesada, seus gemidos constantes e seu aparelho de audição. E é nestas similaridades entre realidade e ficção, intérprete e personagem, que O Lutador ganha uma dimensão adicional que o torna ainda mais forte e impactante.</p>
<p>Empregado de um supermercado e enfrentando grandes dificuldades financeiras, Randy não abre mão, apesar disso, de dedicar seus fins-de-semana ao seu grande amor: a luta livre – e o contraste entre o tratamento degradante que recebe de seu patrão e o carinho que flui de seus fãs explica parcialmente por que ele não se dispõe a abandonar o ringue mesmo depois de se transformar em uma curiosidade a ser exibida em combates quase amadores. Na vida “real”, Randy pode ser um white trash, mas, como o ídolo “The Ram&#8221;, ele é um herói que enfrenta lutadores que se entregam a golpes baixos e encarnam personagens antipáticos – tudo encenação, obviamente, já que seus companheiros de luta são sua verdadeira família, tratando-o com respeito e mesmo admiração.</p>
<p>Um dos atores mais talentosos de sua geração (ao lado de Sean Penn, um dos poucos que me atrevo a comparar a Marlon Brando), Mickey Rourke exibe, em O Lutador, todo o cuidado e preciosismo de construção de personagem que caracterizam os melhores seguidores do “Método” de Lee Strasberg: observem, por exemplo, como ele freqüentemente acaricia, quase sem pensar, a cicatriz deixada por sua cirurgia cardíaca ou o gesto que faz, como se tirasse um grão de poeira do ombro, ao enfrentar alguém no ringue (o que, aliás, me fez lembrar da cena em que atirava sal por cima do ombro ao conversar com Robert De Niro, outro seguidor do Método, no brilhante Coração Satânico).  Transmitindo um caminhão de emoções através de pequenas expressões faciais, Rourke ilustra com maravilhosa sensibilidade a tentativa de readaptação de Randy à realidade depois de receber a notícia de que não poderá mais subir no ringue – e seu olhar apavorado ao reconhecer a decadência de seus ex-companheiros durante uma convenção improvisada na qual vende fotos e autógrafos indica imediatamente, para o espectador, sua disposição em fazer o possível e o impossível para evitar um futuro similar ao daquelas pessoas.</p>
<p>É neste instante, aliás, que a atuação de Rourke alcança um nível quase sublime: reparem como, aos poucos, ele se solta em sua nova função de balconista, descobrindo feliz o próprio prazer ao interagir com os clientes e percebendo que talvez seja possível levar uma vida razoavelmente satisfatória longe da luta livre. E percebam, do mesmo modo, como subitamente, depois de quase 90 minutos de filme, ele finalmente revela o lado feio de seu personagem ao ofender cruelmente a stripper Cassidy (Tomei), permitindo que descubramos o monstro interior que provavelmente o levou a destruir tudo o que havia construído no passado.</p>
<p>Não que já não pudéssemos intuir a existência deste seu lado desagradável – afinal, a profunda mágoa exibida por sua filha Stephanie certamente surgira por algum motivo. Aliás, é tocante perceber como, ao ser informada pelo pai sobre o ataque cardíaco que quase o matara, Evan Rachel Wood hesita em sua demonstração de raiva: mesmo depois de anos de decepções e dores, ela parece aterrorizada pela possibilidade de vê-lo morto – talvez porque isto destruiria de vez as já remotas chances de um futuro de amor e carinho ao lado do pai. E quando finalmente se mostra disposta a permitir uma reaproximação, a moça lança um olhar de vulnerabilidade absolutamente tocante ao pai, como se tentasse dizer: “Por favor, não me magoe novamente”. Enquanto isso, Marisa Tomei encarna Cassidy como um reflexo curioso dos dilemas de Randy: assim como o lutador, ela se esconde atrás de um nome falso e leva uma existência profissional baseada em fantasias: se ele finge ser inimigo mortal de seus companheiros no ringue, ela simula tesão e atração pelos clientes – e não deixa de ser curioso que justamente Randy se deixe enganar por esta “fraude”. Igualmente interessante, também, é constatar como Cassidy divide com o protagonista a maldição da idade: mesmo linda e com um corpo escultural, ela já é vista por muitos clientes como uma “velha”, percebendo que, afinal, talvez já esteja chegando o momento de abandonar seu próprio ringue/palco. (E reparem que, não por coincidência, a stripper tem esta epifania exatamente na cena seguinte àquela em que Randy se choca com a decadência de seus ex-colegas, decidindo mudar de vida.)</p>
<p>Fascinante não só como estudo de personagens, mas também por seu mergulho nos bastidores da luta livre, O Lutador revela que, embora amplamente considerado como um esporte “falso”, esta atividade combina o planejamento do teatro e o sacrifício físico do boxe: os golpes podem até ser combinados com antecedência, mas isto não significa que os lutadores não irão se machucar – e o ringue coberto de sangue é prova disso. Retratando também a camaradagem dos lutadores, que se preocupam com a segurança uns dos outros ao mesmo tempo em que procuram oferecer um espetáculo intenso, o longa entrega pequenos truques da profissão, como os pedaços de gilete que, escondidos nas ataduras dos atletas, são usados para abrir pequenos cortes que causam um tremendo efeito dramático durante as lutas &#8211; e duvido que mesmo atores do calibre de Sir Laurence Olivier ou Sir John Gielgud fossem capazes de castigar o próprio corpo com grampeadores e navalhas em prol de sua Arte.</p>
<p>Adotando um estilo completamente diferente daqueles (também distintos entre si) empregados em Pi, Réquiem para um Sonho e Fonte da Vida, Darren Aronofsky exibe um tremendo cuidado não só no que diz respeito ao realismo da narrativa (reparem o detalhe das moedas que caem dos bolsos de Randy quando este tira a calça para se bronzear), mas também ao seu simbolismo – como na cena em que Randy se prepara para seu primeiro dia como balconista e ouvimos um eco dos gritos de seus fãs, o que salienta tristemente a glória deixada no passado. Da mesma forma, reparem como a reconciliação do protagonista com a filha é seguida por uma breve cena aparentemente aleatória na qual a garota arromba a porta de um galpão abandonado que serve de palco para que pai e filha dancem uma música imaginária – uma metáfora visual da chance oferecida pela garota, que se força a abrir o coração para o pai, permitindo que este entre mais uma vez em sua vida. Finalmente, é preciso admirar a rima narrativa presente no instante em que Randy, humilhado e cansado da realidade de trabalhador comum, corta propositalmente o próprio dedo para libertar-se do trabalho e de seu nome verdadeiro (Robin), exatamente como, no início da projeção, fizera um corte na testa para impressionar seu público. (Em outras palavras: ele usa um artifício de seu personagem para fugir de sua verdadeira identidade.)</p>
<p>Infelizmente, porém, Randy não pode fugir de seu maior problema: sua personalidade autodestrutiva. Mesmo reconhecendo ter se transformado num solitário “pedaço de carne velha e estragada”, o sujeito não consegue deixar de cometer os mesmos erros de sempre (“Não sei por que faço isso!”, ele desabafa baixinho, para si mesmo) &#8211; e é esta característica que transforma o personagem em uma figura trágica e inesquecível.</p>
<p>Em 2003, ao escrever sobre A Promessa, comentei que Mickey Rourke merecia ter desenvolvido uma carreira melhor. Agora, quase seis anos depois, ele conquistou, com seu imenso talento, uma nova chance de fazer exatamente isso. Só espero que O Lutador tenha servido não só como recomeço para este brilhante ator, mas também como uma lição, através de seu personagem, de como evitar que seus demônios interiores voltem a dominá-lo e destruí-lo. Rourke merece estar no ringue, não atrás de um balcão de supermercado.</p>
<p><em>Pablo Villaça</em></p>
<p>Download: <a href="http://www.4shared.com/file/118892101/154889c/O_Lutador.html">Torrent e Legenda</a></p>
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